sábado, 19 de março de 2011

Humanóides voadores


Parecia o corpo de um homem enorme nadando no ar com uma luz elétrica nas costas”.

Os informes de seres voadores de aspecto humano ou genericamente humano são fenômenos anômalos mais raros, mas ocorrem periodicamente.
Uma “forma humana alada” foi vista sobrevoando o Brooklyn, em 18 de setembro de 1877, segundo W.H. Smith (New York Sun, 21 de setembro). Quase exatamente, três anos depois, o New York Times (12 de setembro de 1880) comentou os relatos de Coney Island que informavam sobre um “homem com asas de morcego e pernas de sapo aperfeiçoadas...no mínimo a 300 m no ar... voando para a costa de Nova Jersey... [com] uma expressão cruel e determinada”. Em um livro que escreveu em 1947, o escritor russo V.K. Arsenyev contou a seguinte experiência, passada em 11 de julho de 1908 nos Montes Sikhote, perto de Vladivostok, extremo-leste do que viria a ser a URSS:
A chuva parara, a temperatura do ar continuava baixa e sobre a água surgiu a neblina. Foi então que vi no caminho, uma marca muito parecida com a pegada de um homem. Meu cachorro Alfa eriçou, rosnou, e dentro do mato próximo alguma coisa correu. Mas não foi embora, parou imóvel. Assim ficamos por alguns minutos... quando então me abaixei, apanhei uma pedra e atirei no animal desconhecido. Aconteceu o inesperado, ouvi asas batendo. Um bicho grande e escuro surgiu da neblina e atravessou o rio voando. Logo depois, desapareceu na densa neblina. Meu cachorro, com muito medo, enroscava-se nos meus pés.Depois do jantar, contei o incidente para o pessoal de Udehe, que muito animado contou o caso de um homem que voava, cujas pegadas eram amiúde vistas por caçadores, pegadas que apareciam e sumiam de repente, e por isso só seria possível se tal “homem” descesse no solo e depois alçasse vôo novamente.
Certa noite, em 1952, Sinclair Taylor, soldado raso da Força Aérea dos Estados Unidos, montando guarda na Base de Okubo, Kioto, Japão, disse ter ouvido um forte ruído de asas batendo. Olhou para o alto, viu um “pássaro” enorme contra o luar e, como o bicho se aproximasse, carregou a carabina. Mas o “pássaro” interrompeu o vôo, parou no ar, e ficou olhando para o soldado. “O bicho, que começava a descer de novo, tinha o corpo de um homem”, lembra Taylor. “Tinha bem mais de 2,10 m da cabeça aos pés, e a envergadura das asas era igual à altura. Comecei a atirar, e esvaziei a carabina quando o animal pousou. Mas, quando olhei para ver se tinha acertado, não vi nada.” Quando o sargento da guarda veio averiguar, e depois de ouvir a história, disse a Taylor que acreditava nele porque, um ano antes, outro sentinela tinha visto a mesma coisa.
Outro caso de humanóide voador visto por um soldado chegou ao conhecimento do ufólogo Don Worley contado por Earl Morrison, da Primeira Divisão de Fuzileiros no Vietnã. Quando serviram perto de Da Nang, em agosto de 1969, ele e outros dois sentinelas registraram ter visto uma aparição extraordinária pouco depois da 1 h da madrugada. No alto de uma casamata, os três estavam conversando quando notaram uma coisa se aproximando do céu. Morrison disse a Worle:
Vimos uma coisa que parecia um par de asas, semelhantes com as de um morcego, só que muito maiores que um morcego normal. Quando chegamos bem perto, e pudemos vê-la, parecia uma mulher, uma mulher nua. Era preta. A pele era preta, o corpo era preto, as asas eram pretas, toda preta. Ela brilhava à noite e tinha uma nuance esverdeada... Ela começou a sobrevoar sobre nós, mas nós não ouvíamos barulho nenhum. Estava bem acima de nós, e depois chegou perto de nossas cabeças, 1 ou 2 m, mas mesmo assim não ouvíamos o barulho das asas batendo. Chegou a eclipsar a lua uma vez, de tão perto que estava. E escura, parecia preta retinta, mas a víamos por causa da incandescência. Chegou a brilhar. Depois ela voou na direção do nosso acampamento, e então, quando estava a uns três metros de nós, começávamos a ouvir as asas batendo. O barulho era de asas normais. Nós a observamos por muito tempo, e depois foi embora.
Morrison achou que a pele era coberta com pêlos, e não penas. “A pele das asas pareciam moldadas nas patas”, ele disse, e o movimento das patas dianteiras sugeria a inexistência de ossos.

E os OVNI

A aparição de Mount Vernon ocorreu em meio à grande onda de ÓVNIS da primavera de 1897 nos Estados Unidos. Na era OVNI moderna (que começa em junho de 1947), os informes de humanóides alados normalmente ocorrem, ou ao menos assim são interpretados, dentro do contexto dos OVNI.Algumas aparições não são de figuras aladas, mas sim de humanas ou humanóides que voam com o auxílio de aparelhos mecânicos afixados ao corpo. Destes, o primeiro relato conhecido registrado perto de Louisville, Kentucky, em 29 de julho de 1880 (Louisville Courier-Journal, em 6 de agosto). Já entre os incidentes da era OVNI, há um em Chehalis, Washington, em 6 de janeiro de 1948, quando uma anciã e um grupo de crianças disseram ter visto um homem com asas mecânicas compridas que ele manipulava com instrumentos no tórax. Ele voava em pé. Seis anos e meio depois, um menino de 12 anos, de uma fazenda em Coldwater, Kansas, informou ter visto um homenzinho de compleição escura, de nariz e orelhas pontudas, planar na direção de um OVNI que estava parado no ar, ali perto (Wichita Evening Eagle, 8 de setembro de 1954).
Três moradores de Houston informaram ter visto o que podia ou não ser uma criatura de um OVNI, na madrugada de 18 de junho de 1953. No edifício onde moravam, estavam sentados na varanda da frente para fugir do calor, quando viram uma sombra enorme no gramado que, a seguir, pareceu bater numa nogueira-pecã.. Viram a “figura de um homem...vestido com uma malha cinza ou preta” e iluminada por uma “luz cinza esmaecida”. Se usava capa ou tinha asas, as testemunhas divergem. Depois de quinze minutos “ele derreteu e sumiu”; pouco depois, do outro lado da rua, houve um “chiado forte e rápido”, e um objeto com forma de foguete subiu reto e sumiu no horizonte, para o nordeste. Mesmo no padrão bizarro dos casos de humanóides voadores, o pânico causado pelo Homem-Mariposa no Vale do rio Ohio em 1966 e 1967 destaca-se por sua singular estranheza. A associação dos Homens-Mariposas aos OVNI é especulativa, baseia-se na numerosa ocorrência de OVNI na região durante o período de atividade de tal criatura. As dezenas de testemunhas que a viram dizem que as asas eram parecidas com as de um morcego, as pernas eram parecidas com as de um homem; o tronco era largo, e, em cima deste, havia dois grandes olhos “hipnóticos”. E, estranho, as asas não batiam. Numa ocasião, quando o Homem-Mariposa aproximou-se dos que o observavam, os presentes ouviram emanar dele um zumbido mecânico. Em outras ocasiões, fazia um ruído “rangente”.

Fonte: Portal das Curiosidades

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