segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Colônia marciana no deserto de Atacama em 2011

Uma das regiões mais semelhantes com Marte, aqui na Terra. Crédito: Trishinchile


Entre os patrocinadores estão a NASA, Mars Society, Instituto SETI, a Agência Espacial da China e mais de 40 empresas

No próximo ano será iniciada a construção de uma base espacial no deserto chileno de Atacama, o mais árido do mundo. Ela base pretende simular, no nosso planeta, uma colônia em Marte, com plataformas de lançamentos e estufas.A informação divulgada no jornal chileno El Mercurio refere que se tratará do Centro de Investigação Lua-Marte, um complexo científico, tecnológico e turístico implantado numa zona reconhecida pelos cientistas como uma das mais parecidas com o planeta vermelho. Esta região é caracterizada por apresentar radiação solar e temperatura extremas, baixa umidade e ventos fortes. A estação espacial será construída na planície de Chajnantor, situada a 55 km leste da cidade de San Pedro de Atacama, a 5.150 m de altitude.A investigadora Carmen Gloria Jiménez, da Universidade de Antofagasta, do grupo de coordenadores do projeto, refere que já existem experiências semelhantes em Utah, nos Estados Unidos e na ilha de Devon, no Ártico canadense.Entre os impulsionadores do programa estão a Agência Espacial Norte-Americana (NASA), Mars Society, Instituto SETI, a Agência Espacial da China e mais de 40 empresas que prestam serviços à investigação e corrida espacial americana. Além destes patrocinadores, o Comitê Científico e Tecnológico Nacional de Pesquisa (Conityc) facilitou o terreno.Fernando Órdenes, assessor da Agência do Espaço Chilena explicou que se pretende começar a trabalhar nas plataformas já em 2011. Estão várias atividades previstas relacionadas com educação, investigação científica e transferência de tecnologia espacial para a agricultura e viticultura. O grupo de investigação afirma que trabalhará em conjunto com operadores turísticos, universidades e indústrias mineiras para patentear inovações tecnológicas.Em março do próximo ano, a área será visitada por uma delegação da Agência Espacial da China que tem planos de manter bases subterrâneas na Lua em 2020, para extração de minerais. Em abril chegará a Chajnantor um grupo da NASA.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Cientistas confirmam que alguns exoplanetas estão em zona habitável


Já faz um tempo que as descobertas dos planetas extra-solares, ou exoplanetas, Gliese 581g e Gliese 581d, em torno da estrela Gliese 581, levantou a questão de eles estarem em uma “zona habitável” – a distância certa que permite que a água líquida exista.
Ou seja, os planetas representam mundos possivelmente habitáveis, e alguns estudos com modelagem atmosférica chegaram exatamente a essa conclusão. Pelo menos dois modelos já mostraram que as condições para a água líquida poderiam existir lá, o que implica fortemente que é possível.
A Gliese 581 é uma anã vermelha localizada 20 anos-luz da Terra; na escala cósmica, apenas a poucos passos. Os astrônomos detectaram seis planetas orbitando a estrela.
O Gliese 581g tem cerca de 3 vezes a massa da Terra, e é provavelmente um planeta rochoso. Fica bem no meio da zona habitável, tornando-se um excelente candidato para a água líquida e a vida como a conhecemos – se o planeta realmente existir.
Os dois planetas nos lados de 581g ficam nas bordas da zona habitável e, portanto, têm inspirado interesse e intriga desde a sua descoberta em 2007.
O vizinho interior, 581c, já foi um bom candidato para a água líquida, mas estudos mostraram que o efeito estufa provavelmente tornou o planeta muito quente.
Gliese 581d, por outro lado, fica longe o suficiente para que os cientistas pensassem inicialmente que fosse demasiado frio para a vida. Mas um forte efeito estufa poderia aquecê-lo substancialmente, talvez o suficiente para suportar água líquida.
O Gliese 581d tem, provavelmente, de 7 a 8 vezes a massa da Terra, e os astrônomos suspeitam que é rochoso. A gravidade do mundo alienígena é provavelmente forte o suficiente para segurar uma atmosfera.
Os pesquisadores modelaram as condições da superfície que poderiam resultar em diversos tipos de ambiente em 581d, usando o nosso próprio sistema solar como guia. Eles assumiram, por exemplo, uma atmosfera composta de vapor d’água, dióxido de carbono e nitrogênio, encontrados no ar dos planetas rochosos Terra, Marte e Vênus.
A equipe de pesquisadores fez simulações com diferentes concentrações de dióxido de carbono, imitando os níveis encontrados em nosso sistema solar. Eles assumiram diferentes quantidades de espelhamento de CO2 aos níveis encontrados na Terra agora, nos primórdios da Terra e em Marte e Vênus atualmente. Também variaram a pressão atmosférica de baixa para alta.
No final, os pesquisadores descobriram que vários destes cenários atmosféricos resultaram em temperaturas de superfície média acima de 0 graus Celsius, o que significa que Gliese 581d bem poderia abrigar água em estado líquido.
Junto a isso, uma atmosfera de média ou alta pressão, com 95% de CO2, deve ser o suficiente para a água líquida. Da mesma forma uma atmosfera de alta pressão com apenas 5% de CO2.
Outro estudo de modelagem atmosférica também sugeriu que um forte efeito estufa – impulsionado pela grande quantidade de CO2 – poderia tornar Gliese 581d quente o suficiente para água líquida.
Esses trabalhos, embora intrigantes, ainda são provisórios e especulativos. O maior problema é que os modelos são baseados em suposições, já que não se sabe nada sobre a atmosfera dos planetas. Além disso, os astrônomos não têm certeza de que Gliese 581d é um planeta rochoso, como a Terra, Marte ou Vênus. Eles pensam que é, com base no seu tamanho, porém mais pesquisas são necessárias para confirmar isso.
Ainda assim, a possibilidade de que 581d poderia suportar água líquida é animadora, principalmente porque o universo é muito vasto e à caça de planetas alienígenas está apenas começando.
A Gliese 581 é praticamente vizinha da Terra, e está entre as 100 estrelas mais próximas. Isso implica que planetas como esse podem ser razoavelmente comuns.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Fascinantes fotos em perspectiva forçada




As fotografias em perspectiva forçada estão entre as que trazem os resultados mais divertidos e é uma das técnicas favoritas dos fotógrafos casuais.
Certamente, o Sol e a Lua são os alvos preferidos daqueles que se arriscam em explorar a técnica e são também os que podem produzir os efeitos mais inusitados.
Quem sabe a coleção de fotos a seguir sirva de inspiração para aqueles que querem se aventurar nesse tipo de foto.



Fonte:http://bocaberta.org/2010/12/fotos-em-perspectiva-forcada.html

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

É possível viajar 10 mil vezes mais rápido do que a luz?


O próprio Einstein chamou alguns estranhos eventos – que podem ser 10 mil vezes mais rápidos que a luz – de “assustadores”. Átomos, elétrons e todas as minúsculas partículas que formam o universo podem se comportar de maneira bizarra, indo na contramão do que normalmente conhecemos como normal. Por exemplo, alguns objetos podem existir em dois ou mais lugares ao mesmo tempo, ou girar em direções opostas simultaneamente.Uma das conseqüências da obscura física quântica é que os objetos podem ficar conectados, de maneira que o que ocorre com um, tem efeito no outro, um fenômeno chamado de “emaranhamento quântico”. Isso já foi verificado não importando o quão distante estes objetos estejam um do outro.Einstein não gostava da noção de emaranhamento quântico chamando o evento de “assustadora ação à distância”, em tom de piada. É possível argumentar que um objeto emaranhado envia alguma partícula desconhecida ou algum outro tipo de sinal a altíssimas velocidades para influenciar o seu parceiro, dando a ilusão de ação simultânea.No passado, diversos experimentos eliminaram a possibilidade de tais sinais ocultos da física clássica. Mesmo assim ainda resta uma possibilidade exótica: que tais fatores X viajem mais rápido do que a velocidade da luz.Para investigar esta possibilidade, cientistas em Genebra, na Suíça, começaram com pares de fótons emaranhados, ou pacotes de luz. Estes pares foram separados e enviados através de fibra ótica para estações em duas vilas suíças, cerca de 18 km de distância uma da outra. As estações confirmaram que cada par de fótons se manteve emaranhado; ao analisar um deles os cientistas puderam prever aspectos de seu parceiro.Para que qualquer tipo de sinal pudesse viajar de uma estação para a outra a apenas 300 trilhonésimos de segundo – a velocidade que as estações puderam detectar os prótons com precisão – qualquer tipo de fator X teria que ser ao menos 10 mil vezes mais rápido que a velocidade da luz.Por mais que Einstein não gostasse da noção de emaranhamento quântico, ele também revelou que os sinais não poderiam ser transmitidos mais rápido que a velocidade da luz. Portanto qualquer “assustadora ação à distância” mais rápida do que a luz é implausível, segundo o pesquisador Nicolas Gisin, físico da Universidade de Genebra. “O que é fascinante aqui é vermos que a natureza pode produzir eventos que podem se manifestar em diversas localidades.”De certa maneira estes eventos instantâneos “parecem acontecer fora do espaço-tempo, portanto não é uma história que possamos contar dentro do espaço-tempo”, disse Nicolas. “Isso é algo que toda uma comunidade de cientistas está estudando muito intensamente

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Sonda Voyager chega perto da fronteira do Sistema Solar


A sonda foi lançada há 33 anos, e agora está a 17,4 bilhões de km da Terra



A sonda espacial Voyager 1, lançada há 33 anos, está perto da fronteira do Sistema Solar. A 17,4 bilhões de km de casa, a sonda é o objeto feito pelo homem mais distante da Terra e começou a identificar uma mudança nítida no fluxo de partículas à sua volta.
Estas partículas, emanadas pelo Sol, não estão mais se dirigindo para fora e sim se movimentando lateralmente. Isso significa que a Voyager deve estar muito perto de dar o salto para o espaço interestelar - o espaço entre as estrelas.
Edward Stone, cientista do projeto Voyager, elogiou a sonda e as incríveis descobertas que ela continua enviando à Terra. "Quando a Voyager foi lançada, a era espacial tinha apenas 20 anos de idade, então não era possível prever que uma sonda espacial pudesse durar tanto tempo", disse ele. "Não tínhamos ideia do quanto teríamos que viajar para sair do Sistema Solar. Sabemos agora que em aproximadamente cinco anos devemos estar fora do Sistema Solar pela primeira vez", completou.
'Partículas carregadas'A Voyager 1 foi lançada no dia 5 de setembro de 1977, enquanto sua sonda gêmea, a Voyager 2, foi enviada ao espaço pouco antes, em 20 de agosto de 1977. O objetivo inicial da Nasa era inspecionar Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, uma tarefa concluída em 1989.
As sondas gêmeas foram então enviadas na direção do centro da Via Láctea. Abastecidos por suas fontes radioativas de energia, os instrumentos das sondas continuam funcionando bem e enviando informações à Terra, apesar de que a vasta distância envolvida significa que uma mensagem de rádio precisa viajar cerca de 16 horas.
As últimas descobertas vêm do detector de partículas de baixa energia da Voyager 1, que tem monitorado a velocidade dos ventos solares. Esta corrente de partículas carregadas forma uma bolha em torno do nosso Sistema Solar conhecido como heliosfera. Os ventos viajam a uma velocidade "supersônica" até cruzar uma onda de choque no encontro com as partículas interestelares.
Nesse ponto, o vento reduz sua velocidade dramaticamente, gerando calor. A Voyager determinou que a velocidade do vento em sua localização chegou agora a zero.
Corrida"Chegamos ao ponto em que o vento solar, que até agora tinha um movimento para fora, não está mais se movendo para fora; está apenas de movendo lateralmente para depois acabar descendo pelo rabo da heliosfera, que é um objeto com forma de cometa", disse Stone, que é baseado no Instituto de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena.
O fenômeno é a consequência do vento indo de encontro à matéria vinda de outras estrelas. A fronteira entre os dois é o fim "oficial" do Sistema Solar, a heliopausa. Uma vez que a Voyager passar por isso, estará no espaço interestelar.
Os primeiros sinais de que a Voyager havia encontrado algo novo apareceram em junho. Vários meses de coleta de novos dados foram necessários para confirmar a observação.
"Quando percebi que estávamos recebendo zeros definitivos, fiquei maravilhado", disse Rob Decker, um pesquisador da Universidade Johns Hopkins que trabalha com o detector de partículas de baixa energia da Voyager. "Ali estava a Voyager, uma sonda espacial que tem sido um burro de carga há 33 anos, nos mostrando algo completamente novo mais uma vez", completou Decker.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Os primeiros Visitantes das Estrelas


OS PRIMEIROS VISITANTES DAS ESTRELAS, em tempos muito remotos e esquecidos, uma fantástica e muito evoluída civilização habitou o nosso planeta. E muito possivelmente mais de uma! Como já vimos, os intrigantes mapas de Piri Reis (na foto comparados aos mapas atuais pela Ancient Art & Architeture Collection) através de uma precisão absoluta mostravam o nosso planeta com todos os seus continentes antes mesmo de eles serem descobertos - inclusive a Antártida sem a sua capa de gelo! Tal inusitado fato levou os oficiais da Força Aérea Americana - que também detidamente os examinaram - a declarar: "Isso significa que a costa da Antártida tinha sido cartografada antes de ser coberta pela capa de gelo. E nesta região o gelo tem mais de um quilômetro e meio de espessura. Não sabemos como foi feito este mapa, com os dados e o nível de conhecimento do ano 1513".....Porém os mapas do almirante turco Piri Reis não são os únicos! Na foto, vemos o intrigante mapa de Oronteus Finaeus, este datado de 1531, que se dá ao luxo de representar a Antártida não só sem a sua espessa capa de gelo como também com todas as suas antigas montanhas e rios - os quais, devido a alterações planetárias ocorridas há milhões de anos, foram sepultados sob um vasto manto de neve. Os perplexos pesquisadores concluíram que tais mapas foram obviamente copiados de fontes muito antigas e sobretudo desconhecidas. E, notadamente, que os seus originais somente poderiam ter sido elaborados em épocas que aquela região foi VISITADA ou talvez mesmo habitada! Mas por QUEM exatamente?

sábado, 4 de dezembro de 2010

Especialista confirma mudanças e revisões de parâmetros na busca de vida extraterrestre

Utilizávamos conceitos terrestres conhecidos, mas agora tudo deve ser revisto
Para saber mais sobre a descoberta da Agência Espacial Norte-Americana (NASA) de uma bactéria que pode indicar uma nova forma de vida, o programa Bom Dia Brasil entrevistou o professor Douglas Galante, coordenador do laboratório de astrobiologia da Universidade de São Paulo. Na opinião dele, trata-se de uma descoberta realmente revolucionária.Essa bactéria não é alienígena, foi encontrada na Terra mesmo, mas ela muda todos os parâmetros do que se sabia sobre a definição da vida? Douglas Galante: Esta é a primeira bactéria, primeiro organismo conhecido na Terra que vive além dos seis elementos básicos, que são carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre. Ela é capaz de usar arsênio em vez de fósforo no seu metabolismo. Isso é completamente inédito e muda a maneira como a gente enxerga e como a gente define vida no nosso planeta e fora da Terra também.Que tipo de vida os cientistas procuram fora do planeta? São formas de vida identificáveis ou são em formas de bactéria? Hoje em dia a busca de vida fora da Terra se resume principalmente a micro-organismos. A gente sabe que eles são os mais abundantes no universo e no nosso planeta também.Outros planetas que conhecemos, até os que já foram visitados e mapeados, agora terão de ser revisitados? E os outros planetas fora do sistema solar terão de ser vistos com outros olhos? São planetas até difíceis de se identificar no espaço. Como vai ser a pesquisa daqui em diante? A gente tem de rever os parâmetros que a gente usa nas buscas de vida fora da Terra, porque até o momento a gente usava parâmetros terrestres conhecidos: a vida baseada nesses seis elementos, a vida baseada em água ou a vida baseada em carbono. Agora, com essa entrada do arsênico, a gente pode procurar a vida de forma mais ampla, não só procurando a presença de arsênico, mas também de outros possíveis elementos. A gente tem de abrir um pouco nossa mente e aceitar outras possibilidades.
Fonte: http://www.ufo.com.br/noticias/especialista-confirma-mudancas-e-revisoes-de-parametros-na-busca-de-vida-extraterrestre

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Nasa deixa mundo em suspense sobre descoberta de vida extraterrestre


WASHINGTON (AFP) - A Nasa, a agência espacial americana, vem causando efervescência, principalmente na internet, ao anunciar para esta quinta-feira uma entrevista à imprensa sobre uma descoberta científica ligada à vida extraterrestre

A Nasa realizará uma coletiva de imprensa às 14h00 (17h00, horário de Brasília) na quinta-feira, dia 2 de dezembro, para discutir uma descoberta em astrobiologia com consequências para a pesquisa de provas da existência de vida extraterrestre", informou a agência em seu site na Internet. A coletiva acontecerá em Washington e terá transmitissão ao vivo pela NASA TV e pelo site da agência.
Os apaixonados pelo espaço e pelos extraterrestres fizeram uma enxurrada de especulações na web sobre a importância deste anúncio, mas a Nasa não quis dar mais detalhes até o momento.
Entre as pessoas que falarão na quinta-feira estão Mary Voytek, que dirige o programa de astrobiologia da Nasa, Felisa Wolfe-Simon, pesquisadora em astrobiologia no USGS (Instituto de Geofísica Americano), bem como Pamela Conrad, astrobióloga do Centro Espacial Goddard da Nasa.
A astrobiologia é uma disciplina que estuda a vida no universo, incluindo sua origem e evolução, sua localização e as chances de ela se perpetuar.

sábado, 27 de novembro de 2010

O Observatório Terrestre






O melhor observatório da Terra está localizado a 350 quilômetros de nosso planeta. A cúpula de vidro foi instalada em fevereiro último naEstação Espacial Internacional (ISS, por sua sigla em Inglês) e,depois, os astronautas puderam tirar fotografias espetaculares com uma perspectiva privilegiada. Belas Imagens

Fonte:http://www.elmundo.es/elmundo/2010/11/19/ciencia/1290182474.html

sábado, 20 de novembro de 2010

Nós somos todos feitos de estrelas


Desde programas de televisão até músicas que carregam essa ideia, a teoria de que todos nós somos feitos de estrelas se torna cada vez mais popular.
Em 1980, o astrônomo Carl Sagan narrou uma série televisiva de 13 episódios na qual explicou muitos temas relacionados com a ciência, como a história da Terra, a evolução, e a origem da vida e do sistema solar.
Uma declaração desse astrônomo mexeu com o público. Segundo ele, algumas partes do nosso ser mostram de onde viemos. Ele dizia que “nós somos feitos de matéria estelar”. Com isso, ele resumiu o fato de que os átomos de carbono, nitrogênio e oxigênio em nossos corpos, assim como os átomos de todos os outros elementos pesados, foram criados em gerações anteriores de estrelas há mais de 4,5 bilhões de anos.
Como todos os seres humanos e os outros animais – assim como a maioria da matéria na Terra – contêm esses elementos, sim, nós somos literalmente feitos de matéria estelar. Todo o carbono que contém matéria orgânica foi produzido originalmente nas estrelas.
No começo, o universo era feito de hidrogênio e hélio. O carbono foi feito posteriormente, durante bilhões de anos.
Quando se esgotava o suprimento de hidrogênio de uma estrela, ela morria em uma explosão violenta, chamada de nova. A explosão de uma estrela massiva, chamada supernova, pode ser bilhões de vezes mais brilhante que o sol. Essa explosão estelar lança uma grande nuvem de poeira e gás para o espaço.
Uma supernova atinge seu brilho máximo alguns dias depois de ter explodido. Nesse momento, ela pode ofuscar uma galáxia inteira de estrelas. Em seguida, ela brilha intensamente por diversas semanas antes de desaparecer gradualmente de vista.
O material da supernova, eventualmente, se dispersa por todo o espaço interestelar. As estrelas mais velhas são quase exclusivamente constituídas de hidrogênio e hélio. Posteriormente, outras estrelas mandaram oxigênio e outros elementos pesados ao universo.
Assim, segundo os astrônomos, toda a vida na Terra e os átomos em nossos corpos foram criados do resto de estrelas, agora mortas há muito tempo. Elas produzem elementos pesados, e mais tarde ejetam gases para o meio estelar para que eles possam fazer parte de outras estrelas e planetas – e pessoas. [Lifeslittlemysteries]

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

O Enigma das Crianças Verdes


Numa tarde de agosto de 1887, perto da aldeia de Banjos, na Espanha, camponeses trabalhavam em um campo quando viram sair de uma caverna duas crianças, um menino e uma menina, cujas roupas eram feitas de um tecido que eles não conheciam e cuja pele tinha o mesmo tom verde das folhas das árvores. Esse seria um bom começo de aventura de ficção cientifica, mas o acontecimento realmente ocorreu. As crianças se exprimiam em linguagem inteiramente desconhecida. Especialistas vindos de Barcelona tentaram em vão identificar essa linguagem e analisar o tecido das suas roupas. Entre eles, um sacerdote, versado nas línguas estrangeiras, também não chegou a identificar a língua falada pelas crianças.
As duas crianças foram levadas ao juiz de paz local, Ricardo de Calno. Ele tentou tirar a cor verde da pele das crianças, mas não se tratava de nenhuma pintura, e sim da verdadeira pigmentação da sua pele. Observou-se que as crianças apresentavam, em seu rosto, alguns traços negróides, mas os olhos, de forma mais asiática, eram amendoados. Durante cinco dias foram-lhes oferecidos os mais diversos alimentos, que eles recusaram sem exceção. Finalmente trouxeram-lhes feijões recentemente colhidos que eles concordaram em comer. O menino, muito debilitado, morreu. Ao contrário, a menina sobreviveu. A cor verde de sua pele desapareceu gradativamente, cedendo lugar a um tom normal para um ser da raça branca. Ela aprendeu um pouco de espanhol e trabalhou como empregada doméstica na casa do juiz.
Quando a interrogaram, suas declarações não fizeram mais do que aumentar o mistério. Ela descreveu a região de onde vinha: um país sem sol, onde reinava um crepúsculo permanente. Esse país era separado, por um grande rio, de outro país luminoso, iluminado pelo Sol. Houve, bruscamente, um turbilhão acompanhado de terrível ruído, que arrebatara as duas crianças e as depositara na caverna. A menina viveu ainda cinco anos, e depois morreu.
O problema ficou sem solução. No fim do século XIX, foram propostas explicações que se aproximavam da mitologia da época: as crianças teriam vindo do planeta Marte que então se acreditava habitado e fora a fraca iluminação solar desse planeta que lhes teria dado essa pigmentação verde.
Mas, nós sabemos agora que tanto Marte, como a Lua, é praticamente sem atmosfera, e nenhuma vida, humana ou sob qualquer outra forma, pode ali existir. Por outro lado, é difícil imaginar-se um tufão nascendo em Marte para depositar seres sobre a Terra.
É conhecida a existência de crianças azuis: trata-se de uma doença que já se tomou clássica. Parece que existem também crianças verdes, cuja cor é devida a uma outra moléstia, mais rara que a doença azul, e de origem endócrina. Seria tranqüilizador pensar que alguém, por motivos desconhecidos, e talvez por superstição, havia abandonado as duas crianças verdes na caverna. A dificuldade é que nenhum traço de desaparecimento foi registrado, na época, nos hospitais.
É inútil insistir em hipóteses mais modernas que incluem a quarta dimensão, ou a existência de ondas paralelas. É a mitologia de hoje, que não corresponde, talvez a uma realidade como a crença, tão difundida no século XIX, de que Marte era habitado.
A hipótese de um mundo subterrâneo não é, a priori, absurda, mas carece inteiramente de comprovação. Nada permite acreditar que existem, em consideráveis profundidades, cavernas habitadas. Essa hipótese é periodicamente levantada, mas parece anulada pelo que se conhece da estrutura da crosta terrestre.
É possível que nesse domínio se revelem coisas surpreendentes e que as numerosas tradições e lendas relativas a mundos subterrâneos (entre as quais a tradição escandinava do hadding land, ou terra escondida, é particularmente pormenorizada) correspondam a uma realidade. Mas, no estado atual das coisas, isso parece bastante improvável.
Restam muitas outras hipóteses, entre as quais uma que corresponde às diferentes hipóteses deste livro: a presença dessas crianças verdes seria o resultado de uma experiência destinada a provocar reações entre os seres humanos. Se fosse esse o caso, as reações provocadas foram praticamente nulas. Quando se trata de fatos realmente desconcertantes, as pessoas não se mostram muito curiosas, é o relato da história das crianças verdes não se encontra a não ser em registros obscuros feitos por colecionadores de coisas estranhas.
Fonte:Ufovoe

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Que Inveja!


Não há lugar como o lar. Espreitando para fora das janelas da Estação Espacial Internacional (ISS), o astronauta Tracy Caldwell Dyson tem no planeta em que todos nós nascemos, e que ela voltaria logo. Cerca de 350 quilômetros acima, o ISS é elevada o suficiente para que o horizonte da Terra aparece claramente curva. AS janelas de Dyson mostram algumas das nuvens complexo da Terra, em branco, e que dá vida a atmosfera e os oceanos, em azul. A estação espacial orbita a Terra uma vez a cada 90 minutos. Não é difícil para as pessoas que vivem abaixo de olhar para trás em direção à ISS. O ISS pode ser freqüentemente visto como um ponto de luz brilhante à deriva sobrecarga logo após pôr do sol. Telescópios pode mesmo resolver toda a estrutura da estação espacial. A imagem acima foi tirada no final de setembro a partir da janela da ISS Cupola baía. Dr. Dyson é um vocalista na banda de Max Q.
Fonte:http://antwrp.gsfc.nasa.gov/apod/ap101115.html

Caso Olmiro

Sem dúvidas esse foi um dos relatos mais impressionantes de uma presença estranha entre nós, e isso em 1954,aqui em Venâncio Aires.Este vídeo produzindo pelo Neus de Santa Cruz do Sul,com apoio do Ceuva mostra resumidamente o que aconteceu.
video

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Avião de papel tira fotos da Terra vista do espaço


Câmeras de foto e de vídeo inseridas dentro do aparelho registraram imagens como a da curvatura da TerraFoto: BBC Brasil


Uma equipe de amadores britânicos lançou ao espaço um avião feito de palha e coberto com papel que tirou fotografias da Terra. Steve Daniels e John Oates, entusiastas e editores do site de Ciência e Tecnologia The Register, embarcaram na iniciativa porque "estavam procurando algo divertido para fazer" e se disseram impressionados com a facilidade de realizar o projeto.
Batizado de Vulture 1 ("Urubu 1"), o planador foi colado a um balão de gás hélio, que explodiu a mais de 27 mil metros da superfície e deixou cair o protótipo de aeronave.
Na descida, que durou cerca de 90 minutos, câmeras de foto e de vídeo inseridas dentro do aparelho registraram imagens como a da curvatura da Terra. "Estávamos procurando algo divertido para fazer e os leitores do site tiveram essa ideia de criar um avião de papel", disse John Oates, 39. "Achávamos que a corrida espacial britânica precisava de uma revigorada", brincou.
O chamado projeto Paris (sigla em inglês para "Avião de Papel Liberado no Espaço") custou cerca de 8 mil libras (R$ 21 mil) e demorou um ano para ser aprimorado.
Para localizar o aparelho após o lançamento, os pesquisadores contaram com equipamentos de rastreamentos produzidos com ajuda da companhia de tecnologia em defesa Qinetiq. Para manter as câmeras de foto e vídeo funcionando, os pesquisadores equiparam o avião com bolsas de água quente. No "cockpit", os criadores colocaram um boneco de playmobil que apelidaram carinhosamente de "playmonauta".
O planador de pouco mais de um metro de diâmetro foi lançado a cerca de 150 km de Madri, na Espanha, e pousou a pouco mais de 30 km de distância do ponto de onde saiu.
John Oates disse que temia que o avião se desviasse centenas de quilômetros e que a saga para encontrá-lo demorasse dias. Mas isso não ocorreu. "Ele caiu em uma parte relativamente remota da Espanha, e por pouco não atingimos um reservatório de água e uma área de leões dentro de um parque de safáris. Então, tivemos sorte".

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Conhecimentos gerais de ufologia 2 e final


Como os pesquisadores estudam os OVNIs?


Na década de 40, o governo dos Estados Unidos estava muito interessado na pesquisa sobre OVNIs. A Força Aérea dos EUA começou a investigá-los em 1948, com um programa denominado Project Sign. Posteriormente, o nome mudou para Project Blue Book e, entre 1948 e 1969, o governo investigou mais de 12 mil aparições de OVNIs. Dessas, descobriu-se que 11.917 eram objetos terrestres como balões meteorológicos e satélites; fenômenos climáticos como relâmpagos e reflexos; ocorrências astronômicas, ou farsas. Os 701 casos restantes ficaram sem explicação. Em 1969, a Força Aérea encerrou o projeto Blue Book, alegando falta de provas conclusivas. O projeto Blue Book concluiu que: nenhum OVNI descrito, investigado e avaliado pela Força Aérea deu qualquer indicação de ameaça à segurança nacional; não há provas enviadas ou descobertas pela Força Aérea de que as aparições classificadas de "não identificadas" representem avanços ou princípios tecnológicos além do limite dos conhecimentos científicos atuais; não há nenhuma prova indicativa de que as aparições classificadas como "não identificadas" sejam veículos extraterrestres; As pesquisas sobre OVNIs continuam no setor privado. O Instituto SETI (Busca de Inteligência Extraterrestre) monitora regularmente os céus, procurando sinais oriundos de planetas distantes. No final da década de 90, eles acharam algo - um padrão repetitivo originário de um ponto a 1,6 milhão de quilômetros de distância. Mas em poucas horas, os cientistas do SETI identificaram o padrão como um sinal de um observatório solar denominado SOHO, que está em órbita a 1,6 milhão de quilômetros da Terra

O governo está escondendo alguma coisa?


Em uma noite de verão, em 1947, moradores dos arredores de Roswell, Novo México, viram luzes estranhas no céu e depois ouviram um barulho ensurdecedor. Na manhã seguinte, depois de forte tempestade com trovões, o administrador de uma fazenda chamado Mac Brazel saiu para ver as ovelhas e encontrou escombros estranhos. Ele entrou em contato com o delegado da cidade, que avisou o governo. Os escombros foram levados ao Roswell Army Air Field e depois ao Wright Field em Dayton, Ohio. No dia 8 de julho de 1947, o coronel William Blanchard do 509th Bomb Group, em Roswell, divulgou um boletim de imprensa declarando que os militares tinham recolhido os escombros de um "disco voador". Algumas horas depois, o general Roger Ramey, comandante da Eighth Air Force em Fort Worth Army Air Field no Texas, divulgou um segundo boletim de imprensa negando o primeiro. Segundo Ramey, os escombros que os homens de Blanchard apanharam nada mais eram do que um balão meteorológico e seu detector de radar. Qual boletim de imprensa era verdadeiro? Pessoas que acreditam em OVNIs dizem que o primeiro era verdadeiro e que o segundo fazia parte de uma complexa operação para encobrir os fatos e que se estende há mais de meio século. Eles acreditam que o governo realmente apanhou uma nave e sua tripulação alienígena. Testemunhas oculares dizem ter visto corpos cobertos sendo levados pelos militares. Algumas pessoas disseram ter assistido a uma autópsia alienígena. Os teóricos de Roswell dizem que o governo se reúne secretamente com alienígenas desde a queda em um lugar chamado Área 51 em uma região distante no estado de Nevada.

Autópsia de alienígena


Um empresário inglês chamado Ray Santilli alega que enquanto pesquisava cópias de filmes para um vídeo musical, ele se deparou com um filme que mostrava a autópsia de um alienígena, encontrado depois da queda de um OVNI em Roswell, Novo México, em 1947. Subseqüentemente, o filme foi transmitido em um especial da Fox TV, em 1995: "Autópsia de alienígena - realidade ou ficção?" Posteriormente, a Fox se pronunciou e admitiu que o filme era uma farsa filmada em 1994 com atores.

















Os homens de preto apareceram pela primeira vez no livro de Gray Barker, em 1956, "They Knew Too Much about Flying Saucers" e foram o assunto do famoso filme "Homens de Preto", de 1997.

Outra teoria relacionada à suposta operação do governo para encobrir fatos reais diz respeito ao silenciamento de testemunhas. Várias testemunhas de OVNIs dizem que receberam a visita de homens trajando ternos pretos que tentaram intimidá-las para que se calassem. Esses chamados "Homens de Preto", que se tornaram conhecidos do público através do livro de Gray Barker, de 1956, "They Knew Too Much about Flying Saucers", são alienígenas que ocultam suas próprias provas ou agentes do governo que tentam esconder aterrissagens alienígenas. Segundo a maioria das referências, o livro de Barker é uma obra de ficção. A mitologia que cerca os homens de preto deu origem a dois filmes famosos, uma série de TV e um videogame.

Abduzido por alienígenas?

Será que os alienígenas realmente abduzem as pessoas e fazem experimentos com elas? Muitos dizem que sim. Provavelmente, o primeiro relato de uma abdução alienígena veio de um casal em New Hampshire chamado Barney e Betty Hill. O casal relata que, em 19 de setembro de 1961, enquanto dirigia pela zona rural na região central de New Hampshire, notou uma luz se movendo no céu. Quando o objeto se aproximou, eles viram que era grande e achatado, com luzes multicores e muitas fileiras de janelas. Quando Barney olhou a nave com o binóculo, aparentemente viu criaturas em seu interior, sendo que uma delas parecia ser o líder. Assustado, o casal foi para casa. Vários dias depois da aparição, Betty começou a ter pesadelos em que estava dentro da nave. Depois, sob hipnose, o casal se lembrou de ter sido levado ao OVNI e ser submetido a experimentos. Será que o casal Hill e as milhares de outras pessoas que dizem ter sido abduzidas desde então estavam dizendo a verdade? Céticos alegam que os alienígenas "com olhos enormes e alongados" que Barney descreveu apareceram em um episódio de "Outer Limits" (em inglês) apenas 12 dias antes da sessão de hipnose em que ele os descreveu. Mas as histórias de abduzidos são extraordinariamente semelhantes. Muitas pessoas se lembram de ficar banhadas em luz e de se sentir paralisadas. Depois, há a sensação de serem transportadas em um raio de luz até a nave espacial alienígena. Elas descrevem uma sala de exames em que seu corpo é analisado, investigado e estudado de vários modos. Muitos dizem que seu esperma ou óvulos foram removidos e usados para produzir prole humano-alienígena, que algumas pessoas dizem ter encontrado quando retornaram à nave posteriormente. Essas lembranças podem parecer imaginação, mas alguns pesquisadores dizem que os abduzidos por alienígenas apresentam os mesmos sintomas de distúrbio do estresse pós-traumático que os veteranos de guerra. O pesquisador da Harvard University, Richard McNally e seus colegas, na edição de julho de 2004 da publicação Psychological Science (em inglês) informaram que quando os abduzidos ouvem fitas de áudio com sons que imitam suas experiências, apresentam sintomas físicos - palmas das mãos suadas, músculos contraídos e freqüência cardíaca elevada. Além disso, o momento das histórias de abdução parecem coincidir com o aparecimento de OVNIs nas proximidades. Muitos dos abduzidos são dados como desaparecidos quando alegam ter sido abduzidos e, quando retornam, têm cortes e hematomas estranhos no corpo.

Lugares famosos


Há lugares ao redor do mundo, entre os quais Gulf Breeze, Flórida (EUA) e Warminster, Wiltshire (Inglaterra) que são famosos pela freqüência de aparições de OVNIs. Esses lugares registram um conjunto de aparições durante um período de vários meses ou anos. Essas fotografias de Ed Walters mostram o que parece ser um OVNI visto sobre Gulf Breeze, Flórida.



Encontros imediatos através da história


Embora as aparições de OVNIs tenham se tornado mais comuns na segunda metade do século passado, há relatos de estranhos objetos voadores registrados no decorrer dos tempos. Erich Von Daniken escreveu mais de duas dúzias de livros, dentre os quais "Chariots of the Gods? - Unsolved Mysteries of the Past", alegando que alienígenas visitam a Terra há dezenas de milhares de anos. A Bíblia, segundo ele, está repleta de referências aos visitantes alienígenas. Ele argumenta que os alienígenas ajudaram a construir as pirâmides, apresentaram a ordem social e a arte aos antigos humanos e até mesmo se cruzaram com nossos ancestrais para criar nossa espécie moderna. Antigos textos sâncritos supostamente descrevem máquinas voadoras, denominadas vimanas, usadas pelos deuses para combates no céu. Em determinado texto, descreve-se a construção da vimana (tradução): "... como um grande pássaro voador de material leve. Dentro, coloca-se o motor de mercúrio com seu aparato para aquecimento de ferro abaixo. Por meio da potência latente no mercúrio que coloca em movimento o aparato de propulsão, um homem sentado em seu interior pode percorrer uma grande distância no céu. Os movimentos da vimana são tais que ela pode ascender e descer verticalmente, mover-se obliquamente para frente e para trás". Provavelmente o primeiro encontro imediato moderno com nave espacial alienígena ocorreu em 24 de junho de 1947. Um piloto particular chamado Kenneth Arnold voava perto do Monte Rainier no estado de Washington quando viu nove objetos voadores em forma de meia-lua. Ele observou os objetos se moverem a bem mais de de 1.600km/h, muito mais rápido do que qualquer aeronave feita pelo homem poderia voar na época. Um repórter que escreveu sobre o evento referiu-se aos objetos como "discos voadores".

Foto de "luzes estranhas" no céu próximo ao Capitol em Washington, DC, em 1952
Desde então, há relatos de aparições de OVNIs na Inglaterra, Austrália, China, México, Rússia, Espanha, Itália, Estados Unidos e em outros países

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Ovnis avistados em Cruzeiro do Sul

O Ceuva recebeu um e-mail de uma pessoa que pediu que não se identifica-se de um relato ufológico em Cruzeiro do Sul que fica no vale do Taquari,distante cerca de 25 km de Venâncio Aires e seu relato é interessante e misterioso. O Ceuva vai tirar um tempo para averiguar esse mistério. Passo aqui o relato dele:
Encaminho este afim de relatar os acontecimentos de ontem à noite em Cruzeiro do Sul.
Por volta da meia noite saí de casa e fui até o pátio para fumar um cigarro, nesse momento vi à minha direita luzes piscando nas cores laranja e vermelho, imaginei q fosse um avião, mas a velocidade em que se movimentava era muito rápida, pelos meus cálculos umas 8 vezes mais rápido q um avião, ficou no céu durante uns 2 minutos e sumiu.Cerca de 3 minutos depois cerca de 90 graus para a esquerda apareceu uma luz muito forte na cor laranja a cerca de uns 20 km de altura, só que ela se movimentava lentamente a muitas vezes dava para ver q era um triângulo com luzes nas 3 pontas, chamei minha namorada q acompanhou o acontecimento por uns 10 minutos, a intensidade da luz ia diminuindo e se movimentando até ficar parada por completo por cerca de 1 hora. Depois fui olhar de hora em hora e a luz se movimentava apenas para cima. Neste meio tempo, vi novamente uma luz como a primeira q piscava, cerca de uns 45 graus mais a esquerda, parecia novamente um avião, mas como no primeiro objeto, se movia muito rapidamente, ia em direção a Venâncio Aires, chamei novamente minha namorada e ela pode ver a velocidade e a meneira como as luzes piscavam, parecia uma discoteca flutuante, 3 luzes laranjas e uma vermelha e uma velocidade fora do comum, passaram-se cerca de 30 segundos e esta luz estava sumindo em direção a Venâncio, qdo vi a cena mais incrível por mim vista, praticamente no mesmo local onde havia surgido a última luz, apareceu mais uma, no mesmo estilo, e voando muito rapidamente, mas esta veio em direção ao local onde eu estava, passou acima da minha casa, pelo que entendo de distância me pareceu estar a 1 km de altura, as luzes piscavam muito rapidamente mas numa sincronia perfeita, na mesma intensidade e sequência, 1,2,3,4, 1,2,3,4... a forma era de um losango com a "cauda" bem mais curta que a frente, ou seja parecia um triângulo esquisito, pude ver sua forma na escuridão pelo brilho da sua luz, era acinzentada, e não emitia som algum, fiquei extasiado, tenho certeza absoluta: era uma nave espacial. Parecia muito coma primeira foto que tem no blog de vcs, que eu não sabia q existia, mas hj comentei com um amigo e ele me falou de vcs. Precisava narrar este fato para algúem, pois já vi luzes no céu muitas vezes, luzes sem explicação do que eram, mas ontem foi diferente, posso afirmar, vi ovnis no céu de Cruzeiro do Sul.] Peço que se colocarem alguma coisa no site não mencionem meu nome, pois as pessoas são incrédulas quanto a estas coisas, minha namorada por exemplo, viu, mas não acredita que viu, vai entender. Grande abraço a vcs, quero comprar um telescópio e uma boa câmera para filmar estas imagens e encaminharei a vcs.

sábado, 30 de outubro de 2010

Conhecimentos gerais de ufologia parte 1

Em 9 de dezembro de 1965, centenas de testemunhas viram um estranho objeto cair em uma floresta nos arredores de Kecksburg, Michigan. Na manhã de 27 de dezembro de 1980, dois patrulheiros da Força Aérea dos EUA viram um objeto metálico brilhante pairando sobre Rendlesham Forest em Suffolk, Inglaterra. Entre 1989 e 1990, centenas de enormes objetos triangulares foram vistos nos céus da Bélgica. Em 5 de janeiro de 2000, um empresário e vários policiais em Illinois viram um enorme objeto brilhante e iluminado cortar o céu em alta velocidade.



Fotografia de uma nave triangular vista por muitas pessoas nos céus da Bélgica entre 1989 e 1990

Milhares de pessoas em todo o mundo descreveram ocorrências como essas: objetos voadores não identificados e estranhos que pairam no ar ou aterrissam no chão. Será que esses objetos voadores não identificados (OVNIs), como são chamados, são naves espaciais alienígenas nos visitando de planetas distantes? Ou são apenas aeronaves militares de altíssima tecnologia, balões meteorológicos ou outras aparições facilmente explicáveis? Este artigo analisa os mitos e os mistérios que cercam os OVNIs, enfatizando as descobertas que os pesquisadores fizeram até agora e o mistério que ainda cerca esses estranhos objetos voadores. O que são OVNIs? Em meados do séxulo XX, a Força Aérea dos EUA (em inlgês) inventou a expressão "OVNI" como termo geral para qualquer "objeto voador não identificado" - luzes e objetos desconhecidos vistos no céu. Mas entre os ufólogos (pesquisadores e entusiastas dos OVNIs), o termo se tornou sinônimo de espaçonave alienígena.
Foto de um objeto que voou sobre uma casa em uma fazenda na Carolina do Sul, em 1973.

O falecido astrônomo J. Allen Hynek (em inglês) definiu um OVNI como: "A aparente percepção de um objeto ou luz visto no céu ou na terra; o aparecimento, a trajetória, a dinâmica geral e o comportamento luminescente de algo que não suscita uma explicação lógica e convencional e que, além de ser misterioso para quem o viu, permanece não identificado depois de exame cuidadoso de todos os indícios disponíveis por pessoas tecnicamente capazes de fazer uma identificação lógica, se isso for possível". Na maioria das vezes, descobre-se que os OVNIs são algo conhecido: um balão meteorológico ou luzes de um avião, por exemplo. Mas em 5 a 10% dos casos de OVNIs, o objeto continua sendo um mistério.
Foto tirada do céu sobre uma praia na Carolina do Norte

As aparições de OVNIs estão associadas às chamadas abduções por alienígenas, em que as pessoas dizem ter sido transportadas para uma nave espacial extraterrestre e submetidas a vários exames físicos - até mesmo experimentos de cruzamento com alienígenas. Os OVNIs são relacionados aos círculos nas plantações, padrões estranhos e às vezes inexplicados que se formam da noite para o dia nos campos.



Círculo na plantação descoberto em Alton Barnes na Inglaterra, em junho de 2004.

Os OVNIs são acusados de mutilações de animais - cavalos, cabras, vacas, veados e outros encontrados sem sangue e sem as vísceras. A teoria alienígena surge porque, de modo geral, não há pegadas ao redor do animal para indicar que um ser humano foi responsável pelo fato. Durante a aparição de um OVNI, descrevem-se fenômenos estranhos como interferências no rádio e na TV ou problemas na ignição de carros.

Os OVNIs são reais ou ficção científica?

Será que os OVNIs são naves espaciais alienígenas pilotadas por seres extraterrestres ou são objetos terrestres que apenas não foram identificados adequadamente? A questão gera muita polêmica, contrapondo aqueles que acreditam em OVNIs contra aqueles que dizem que precisam de mais provas científicas.

Fotografia tirada ao pôr-do-sol, na Espanha, em 1978: parecem luzes estranhas no céu.

Pesquisas mostram que a grande maioria dos americanos acredita que há vida inteligente em outro lugar do universo. Mais de 60% dos entrevistados por uma pesquisa da CNN (em inglês), em 1997, disseram acreditar que alienígenas fizeram contato com seres humanos; aproximadamente 50% disseram que acham que alienígenas abduziram humanos e 80% acreditam que o governo está escondendo algo sobre o contato com alienígenas. As pessoas que alegam ter visto OVNIs têm certeza de que o que viram é real. Elas dizem que esses seres alienígenas vieram à Terra estudar a raça humana, criar uma nova espécie híbrida ou simplesmente se comunicar com os humanos. Mas os céticos dizem que existe uma falta incrível de indícios científicos reais para provar - ou contestar - o fenômeno do OVNI. Eles argumentam que a maioria dos OVNIs acaba sendo um conjunto de fenômenos identificáveis que vão de balões meteorológicos, chuvas de meteoros (em inglês) a fraudes. A equação de DrakeHá vida inteligente em outros planetas? Em 1961, o Dr. Frank Drake, presidente do Instituto SETI (Busca de Inteligência Extraterrestre), desenvolveu uma equação matemática para determinar essa probabilidade. Sua equação se baseia em sete variáveis, dentre as quais o número de estrelas em nossa galáxia e a porcentagem de estrelas que têm sistemas planetários. Quando se multiplica todas as sete variáveis, a resposta é o número provável de civilizações no espaço que seriam capazes de se comunicar conosco.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Foto espacial: constelação de Órion



Órion, a constelação do caçador, se encontra em uma enorme nuvem cósmica de hidrogênio, a 1500 anos luz de distância de nós.
A foto retrata Órion da cabeça aos pés (os pés estão na direita e a cabeça na esquerda). A Grande Nebulosa de Órion, a maior estrutura de formação de estrelas da região, se localiza quase no centro da imagem. As três estrelas que formam o cinturão de Órion, como você pode imaginar, estão no centro da imagem.
Você também pode encontrar a gigante vermelha Betelgeuse na esquerda e a estrela Rigel, azul e brilhante, no seu “pé esquerdo”. Conseguimos ver essas formações a olho nu, porem as nuvens de poeira espacial retratadas na imagem são muito mais difíceis de serem capturadas e, até mesmo, fotografadas. [Nasa]

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Como o campo magnético da Terra nos afeta



Devido à ação do campo magnético da Terra, alguns animais parecem ter um radar natural de orientação, mas a influência do magnetismo terrestre também afeta os humanos e as telecomunicações.


Um dos desafios da ciência no futuro é chegar a entender profundamente o funcionamento do campo magnético da Terra, gerado pelo ferro fundido em seu núcleo.- Curiosamente, muitos animais, entre eles as vacas, parecem ter um "sexto sentido" magnético.- Embora pareça ficção científica, o campo magnético também pode influenciar o dia-a-dia dos seres humanos, segundo especialistas.O planeta Terra é um gigantesco ímã onde como em todos os ímãs o grau máximo de atração magnética se encontra nos extremos. Ali estão os pólos, termo que soa familiar, porque a escola ensina que "pólos opostos se atraem, pólos iguais se repelem".Como os ímãs que temos em casa, a Terra também tem um pólo norte e um pólo sul. Mas não devemos confundir os pólos magnéticos de nosso planeta com os pólos geográficos, já que os primeiros ficam a mais de 1.500 quilômetros do que nós chamamos de Pólo Norte e Pólo Sul pela posição no mapa. Além disso, no caso dos pólos magnéticos, a posição não é imutável, e podem inclusive trocar de posição um com o outro.Um dos desafios da ciência no futuro é chegar a entender profundamente o funcionamento do campo magnético da Terra, gerado pelo ferro fundido em seu núcleo. O radar dos animais.Da mesma forma que as agulhas imantadas das bússolas, que sempre apontam para o norte devido à atração magnética, os animais parecem também ter uma espécie de radar magnético.Essa é conclusão que pode ser tirada da pesquisa publicada na publicação científica "Proceedings of the National Academy of Sciences", realizada por uma equipe vinculada à Universidade de Duisburg-Essen (Alemanha).Segundo este relatório, os cientistas tentaram verificar se os "grandes mamíferos também têm esse sentido magnético". A partir de imagens de rebanhos encontradas no Google Earth, os cientistas descobriram que todos os animais olhavam sempre para uma mesma direção, fosse norte ou sul.De acordo com os pesquisadores, isso pode sugerir que haja um "sexto sentido" magnético presente em todas as espécies animais. Já era conhecido que esse senso influencia na migração de aves e de peixes, como o salmão, e acredita-se que é utilizado pelo morcego para se orientar.


O magnetismo nos seres humanos

O homem não é exceção na influência do campo magnético na vida dos seres vivos. Cientistas russos do Centro de Pesquisas do Espaço (IKI) e do Instituto da Ionosfera e Magnetismo Terrestre da Rússia (Izmiran), afirmaram que as tempestades magnéticas poderiam afetar diretamente nossa saúde cardiovascular e aumentar o número de infartos.Segundo esses pesquisadores, as explosões que acontecem no Sol fazem com que as tempestades magnéticas se manifestem como grandes e contínuos fluxos de partículas ionizadas que chegam ao planeta Terra."O principal alvo das tempestades magnéticas é o coração e o sistema cardiovascular, mas o efeito desse fenômeno natural no organismo humano é muito amplo e nem sempre negativo", disse Yuri Zaitsev, especialista do IKI, à agência oficial russa "Interfax".De acordo com esse cientista, além dos possíveis efeitos que teriam em humanos, como alterações no ritmo cardíaco e no nível de adrenalina, mudanças na circulação sangüínea, entre outros, as tempestades magnéticas também provocam auroras boreais e austrais, que dificultam o correto funcionamento das redes de telecomunicações.


quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Extraterrestres também estariam presentes sob as águas


Fenômeno UFO envolve bem mais que objetos aéreos

A superfície terrestre possui aproximadamente 510 milhões de km² de área e mais de dois terços estão cobertos de água, até hoje a maior parte inexplorada e desconhecida. Sabemos mais sobre os segredos e os enigmas da crosta lunar do que das águas do nosso planeta. Da mesma forma que UFOs são avistados no mundo todo, os OSNIs (Objetos Submarinos Não Identificados) são vistos nos oceanos. Um UFO se torna OSNI quando passa para o meio aquático. Os mares cobrem 70% do planeta Terra, escondem muita história e mistérios, onde alguns acreditam que a cidade perdida de Atlântida seja uma base secreta para extraterrestres e que esta ainda exista atualmente, como ponto estratégico para os alienígenas.Em Santa Catalina (EUA), um braço de 41 Km do oceano Pacífico, que separa a cidade de Los Angeles da Ilha Catalina, tem preocupado e assustado os moradores e pesquisadores pelo aumento de número de avistamentos dos objetos submarinos não identificados.Relato de Cristovão Colombo - 11 de outubro de 1492, às 22h00 horas, noite calma e quente. Cristovão Colombo e seu pessoal navegavam pelas partes mais profundas do Atlântico e do Triângulo das Bermudas. Abaixo deles, a profundidade chegava a seis quilômetros. De repente, luzes incomuns foram vistas brilhando no fundo do oceano (tudo se passou na caravela Santa Maria), um flash com brilho diferente de tudo o que se conhecia na época subitamente saltou do mar em direção aos céus, assustando cerca de 120 pessoas distribuídas na frota espanhola de três navios. Menos de cinco horas depois, eles viriam a descobrir o "novo mundo" (América).Colombo mantinha o diário em sua embarcação e descreveu o que poderia ser interpretado como um fenômeno ufológico. O que eles viram, de acordo com o que estava escrito, foi como a chama de uma vela que subia e descia durante a noite, não tinha como ser uma fogueira na costa, pois estava muito além do horizonte. Este acontecimento de 1492 não foi o único durante a viagem de dois meses, constam nos registros incidentes peculiares, incluindo aparições inexplicáveis e ocorrências incomuns nos céus...

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Observe os “mares” da Lua nas próximas noites


Se você for um astrônomo amador, ou simplesmente um amante do céu, aproveite as próximas noites dessa semana, que serão os melhores momentos para se olhar a superfície lunar com binóculos ou um pequeno telescópio.
A Lua estará em sua fase chamada quarto crescente. Nesta fase, o sol está “caindo” sobre o lado esquerdo da Lua (no Hemisfério Sul). Ao longo da linha que divide o dia e a noite na Lua, as sombras são longas, e as características da sua superfície vão se destacar.
Desde os menores até os maiores traços da Lua vão poder ser observados. Por exemplo, planícies escuras de lava antiga, conhecidas pelo nome latino de “Maria”, são uma das atrações.
Os primeiros astrônomos não sabiam que a lua não tinha atmosfera. Eles pensavam que estas grandes planícies sem vida eram mares e oceanos. No quarto crescente, três marias (“mares”) dominam a superfície da lua. De norte a sul, elas são: o Mar da Serenidade, o Mar da Tranquilidade e o Mar de Néctar. Entre os dois primeiros, na borda da Lua, fica a menor delas, o Mar da Crise.
Durante o quarto crescente, é possível observar como as planícies maria tendem a se concentrar na metade norte da Lua, enquanto na metade sul há mais planaltos, salpicados de crateras. Há muito tempo atrás, no norte, fluxos de lava de maria inundaram crateras antigas.
Todas as crateras na Lua foram nomeadas, principalmente com nomes de antigos astrônomos. No quarto crescente, uma das crateras mais espetaculares de se observar é Maurolycus. Ela tem 114,26 quilômetros de diâmetro e cerca de 4,83 quilômetros de profundidade, e seu nome é uma homenagem a um matemático italiano do século 16 que se opunha à teoria de Copérnico.
Também na ponta do extremo norte da Lua há um interessante par de crateras, que levam o nome de dois homens míticos, Hércules e Atlas. Hercules tem 69,2 quilômetros de diâmetro. Atlas tem 86,9 quilômetros de diâmetro, e uma superfície plana cortada por “riachos”, que são restos de lava.
Uma dica de observação é se concentrar em uma cratera em particular e assistir o sol nascer sobre ela. No início, a cratera será envolta por sombras. Em seguida, um feixe de luz solar vai iluminar seu pico central e a parede oposta. Gradualmente, à medida que o sol nascer, mais e mais da cratera será revelado.
É bom aproveitar essa época para observar todas essas características da Lua. Se na noite seguinte você tentar encontrar todos os detalhes que você foi capaz de ver no dia anterior, você vai se surpreender ao descobrir que quase nada será visível. Isso acontece porque a topografia da Lua é muito delicada, e tais características só se revelam quando estão iluminadas pelos raios do sol nascente ou poente. Então pegue seu binóculo, e corra para o quintal. [MSN]

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Ufos supostamente filmados com telescópio

A princípio parecem satélites, até o momento (aproximadamente a partir dos 2 minutos) em que deixam de percorrer linhas retas e começam a fazer curvas, guinadas etc.

Fonte: Filosofia Imortal, link: http://filosofiaimo rtal.blogspot. com/2010/ 05/ufos-filmados -com-telescopio. html

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Foto espacial: planetas opostos


Essa cena belíssima que vemos retratada na foto é, acredite se quiser, o nosso Sistema Solar. No fim de setembro, dois dos planetas do sistema estavam em posições opostas, como você pode ver.
Júpiter e Urano são dois gigantes gasosos e na imagem estão acompanhados por suas respectivas luas. Urano está esverdeado, na esquerda da foto. Das cinco maiores luas do planeta, duas estão visíveis na foto: Oberon e Titania – os dois descobertos no século XVIII pelo astrônomo John Herschel e nomeados em homenagem a dois personagens de Shakespeare, em “Sonho de uma noite de verão”. Oberon está para esquerda enquanto Titania está mais próxima ao planeta.
No lado direito da foto está o enorme Júpiter, cercado por seus quatro satélites descobertos por Galileu – Calisto é o mais distante, juntamente com Europa e Io, todos do lado esquerdo. Ganimedes é o único satélite que fica no lado direito. [Nasa]

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Comparação com o tamanho dos planetas

Um pouco mais do que é este fantástico Universo e seu tamanho que a gente nem consegue imaginar e esse vídeo mostra a diferença de tamanho dos planetas do Sistema Solar com as maiores estrelas conhecidas.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O Tamanho do Universo

Muito bom,mostra como somos pequenos neste vasto Universo

Fonte: Museu Americano de História Natural

sábado, 2 de outubro de 2010

Se houver um anti-universo, novo detector será capaz de encontrá-lo



Se o anti-universo, muitas vezes evocado na ficção científica, realmente existir, um detector de partículas enorme a ser montado na Estação Espacial Internacional no próximo ano vai ser capaz de prová-lo.
A máquina de 8,5 toneladas métricas, Espectrômetro Magnético Alfa (EMA), foi carregada em um avião de carga no aeroporto de Genebra. O líder do estudo disse que o programa de pesquisa de 20 anos vai ajudar os cientistas a dar um enorme passo na compreensão do cosmos.
Se houver um anti-universo lá fora, além da borda do nosso universo, o detector espacial vai ser capaz encontrá-lo e trazer sinais de sua existência para nós.
O projeto envolve cerca de 500 cientistas e técnicos em volta do globo. Os cosmólogos dizem que a matéria e a anti-matéria – que se aniquilam mutuamente em contato, liberando energia – devem ter sido feitas em quantidades iguais pela explosão do Big Bang, há 13,7 bilhões de anos atrás. Mas o Universo que surgiu é esmagadoramente constituído de matéria.
Os cientistas esperam que o EMA encontre pistas para o que aconteceu com a anti-matéria, e descubra se existem outros lugares que são quase inteiramente anti-matéria na borda do universo conhecido. Se achá-lo, ele também poderá trazer uma imagem de espelho do local e de tudo o que houver nesse anti-universo, incluindo vida.
Entretanto, o objetivo principal do detector, que tem um ímã super-alimentado em seu núcleo, é “caçar o misterioso escuro”, ou invisível; a matéria que, juntamente com a energia escura, compõe cerca de 95% do universo conhecido.
Os cientistas também esperam que o EMA forneça o conhecimento detalhado da energia cobrada dos raios cósmicos, um campo inexplorado de pesquisa que só pode ser realizada no espaço.
A exploração pode causar muitas surpresas, já que os pesquisadores afirmam que nunca estiveram tão conscientes de sua ignorância, de que não sabem nada do Universo.
Em fevereiro, o detector será carregado em um ônibus espacial e entregue em uma estação espacial em um vôo especial aprovado pelo congresso americano.
O EMA foi desenvolvido por uma equipe internacional, e os custos do projeto, atualmente estimado em cerca de 3.52 bilhões de reais, estão sendo cobertos por 16 países, principalmente da Europa, com participação dos Estados Unidos e da China. [MSN]


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Planeta similar à Terra é descoberto e tem potencial para conter vida

Detecção foi feita por equipe de astrônomos norte-americanos.Astro está localizado a 20 anos-luz de distância do Sol.

Um astro com apenas três vezes a massa da Terra foi detectado a 20 anos-luz, orbitando uma estrela da constelação de Libra conhecida como Gliese 581, uma anã vermelha. Astrônomos da Universidade da Califórnia e da Carnegie Institution de Washington afirmam que o planeta é o primeiro a apresentar potencial real para conter vida.

A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira (29) pela Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos. O astro, chamado Gliese 581g, fica em uma região na qual os astrônomos julgam que um planeta pode apresentar água líquida para formar oceanos, rios e lagos. No local, a distância da estrela permitiria um ambiente com clima ameno, nem tão frio, nem tão quente
orbita a estrela Gliese 581, a apenas 20 anos-luz de distância da Terra. (Crédito: AP / Zina Deretsky / National Foundation of Science)

A órbita do planeta ao redor da estrela Gliese 581 dura pouco mais de um mês terrestre, com as possíveis estações de ano durando apenas dias.
Não é o primeiro planeta a ser descoberto na "zona habitável" da estrela. Em 2007, um outro exoplaneta, localizado próximo a mesma estrela, foi catalogado, também com potencial para ser conter vida.
Cientistas também estimarm que a temperatura média na superfície varia de 31 a 12 graus Celsius negativos. A equipe também afirma que o planeta orbita com uma face sempre voltada à estrela, de forma similar a como a Lua sempre mostra uma face à Terra.

Para os astrônomos, o planeta pode "sustentar vida", o que significa que ele tem potencial para reunir condições de vida. Os seres vivos podem não ser necessariamente parecidos com humanos.

Segundo Steven Vogt, coordenador da pesquisa que contou com 11 anos de trabalho no Observatório W. M. Keck, localizado no Havaí, a descoberta é um indício de que podem existir muitos outros corpos similares no Universo. O exoplaneta ao redor de Gliese 581 é encarado como o primeiro com potencial real para apresentar vida.

Os resultados serão publicados na revista científica Astrophysical Journal, mas estão disponíveis online no site arXiv.org. Até setembro, 490 planetas foram descobertos fora do Sistema Solar.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/09/planeta-com-tamanho-e-atmosfera-similares-terra-e-descoberto.html

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Descubra os maiores mistérios da humanidade


“Há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia”. Quando William Shakespeare escreveu tal frase, para sua criação ‘Hamlet’, afirmou que o homem é muito insignificante para acreditar que está completamente sozinho e certo de tudo neste amplo universo.
A verdade é que existem grandes mistérios que mesmo hoje, com tantas tecnologias e modernidades não foram em nada resolvidos. Conheça agora com o Na Mira, seis dos maiores fenômenos não solucionados nem pelos melhores estudiosos do mundo:
Cabelos de anjo :O nome ‘cabelo de anjo’ foi dado para uma substância misteriosa que cai do céu e desaparece ao menor contato físico. A sua denominação deve-se a sua semelhança com fio brancos e finos.
A ocorrência deste fenômeno foi encontrada em diversas partes do planeta, principalmente em locais como EUA, Europa e Austrália. Muitos acreditam que trata-se de um conteúdo oriundo de discos voadores, visto que quando os mesmo são encontrados, relata-se também o aparecimento das naves.
Alguns cientistas explicam que na realidade os ‘cabelos de anjo’ são pedaços de teias de aranha, o que depois foi negado visto que seu aspecto é completamente sintético.




Linhas de Nazca :Desenhadas na planície do deserto de Nazca, no Peru, estão gigantescas figuras difíceis de ver ou perceber do chão. Nada se sabe sobre quem as criou, nem por que e como.
Os desenhos, que podem chegar até 270 metros de comprimento, representam figuras detalhadas, geralmente animais ou plantas, ou padrões geométricos e se tornaram sensação quando foram sobrevoadas de avião pela primeira vez na década de 1930.
Alguns estudiosos acreditam que as figuras têm razões religiosas e foram criadas de tal forma para que os deuses pudessem lê-las. Outros acham que são desenhos astronômicos, que poderiam ser usados como calendários e para registrar a órbita de alguns planetas.




A morte de Jeannie Saffin

Em 1982, Jeannie Saffin estava sentada na cozinha de sua casa quandp algo de extremamente estranho começou a acontecer. A senhora de 61 anos, com a idade mental de uma criança de 6, começou a queimar espontaneamente. Seu pai, que estava perto dela, não pode fazer nada ao ver a filha coberta por chamas inexplicáveis.
Ele disse mais tarde em seu depoimento, que Jeannie não emitiu um ruído sequer e que o fogo parecia ter saído mais das suas mãos e rosto. “Era como um dragão soltando fumaça pela boca”. Revelou o Sr. Saffin. Os policiais que investigaram ao caso, nada puderam concluir. Apenas que a pobre Jeannie queimou de dentro para fora.

O Manuscrito de Voynich

O Manuscrito de Voynich é um documento medieval ilustrado escrito em uma linguagem desconhecida.O documento foi batizado com o nome do americano de descendência polonesa Wilfrid M. Voynich, um comerciante de livros antigos que adquiriu o manuscrito em 1912 de uma escola jesuíta localizada nas proximidades de Roma.
Pesquisas posteriores apontaram para evidencias de que o primeiro proprietário do manuscrito poderia ter sido o Imperador Rodolfo II da Boêmia. Conhecido como um dos monarcas mais excêntricos da história da Europa. Desde sua aquisição em 1912 o manuscrito passou pelas mãos de vários especialistas. Criptologistas ingleses e americanos, especializados em quebrar códigos nazistas durante a Segunda Guerra, tentaram em vão decifrar se conteúdo.
Evidências sugerem que o livro teria sido produzido no século XVII. Um estudo de suas ilustrações indica que o manuscrito possa ser dividido em seis partes: ervas, astronomia, biologia, cosmologia, farmácia e receitas



Chuva vermelha em Kerala


Entre julho à setembro de 2001, ocorreram vários episódios de uma chuva vermelha na cidade de Kerala, na Índia. Chuvas de cores amarelas e pretas foram também igualmente testemunhadas por moradores locais. Tais fenômenos foram acompanhados de eventos estranhos, ao exemplo de estrondos e brilhos desconhecidos, além de arbustos e arvores inteiras queimadas ou ressecadas.
De acordo com o governo indiano, estes fatos aconteceram graças aos esporos de algas vermelhas conduzidos pelo ar. Os cientistas Louis e Kumar, da Universidade Mahatma Gandhi, em Kottayam, acreditam que as partículas são de origem extraterrestre. Segundo eles a região teria sido atingida por um cometa (o que explica o clarão e o estrondo) que liberou as partículas na região.
A dupla concluiu que os microorganismos encontrados na chuva são de origem orgânica e apresentam características bastante particulares, como a capacidade de se desenvolver a 300ºC. Até hoje os cientistas não entraram em um consenso.


Sinal WOW!

Na noite de 15 de agosto de 1977 o astrônomo Jerry Ehman, da Universidade de Ohio observava a saída dos dados que informavam a potência e a duração dos sinais recebidos pelo radio telescópio Big Ear. O telescópio fazia parte do projeto SETI que varre o céu em busca de sinais de inteligência extra-terrestre.
A maior parte dos sinais já era de conhecidos objetos celestes naturais que produzem sinais de rádio como galáxias e satélites, mas então repentinamente um pequeno sinal começou a crescer até atingir seu máximo e então decrescer e sumir.
No total o sinal teve um tempo de duração de 72 segundos, mas o mais surpreendente era sua intensidade, era tão forte que o a agulha extrapolou os limites o papel de registro.Completamente atônito, sem muito tempo para pensar em descrições cientificamente precisas, Ehman escreveu ao lado do código que representava, na impressão feita pelo computador, a intensidade do sinal: WOW!
O sinal de 420.456 MHz foi o mais forte capturado pelo radio telescópio em 14 anos de operação. O tempo de sua duração também chamou atenção. Setenta e dois segundos é exatamente o tempo que a rotação da Terra levaria pra girar o telescópio através de um sinal vindo do espaço. O sinal foi captado vindo da região da constelação de Sagitário.
Até hoje nenhuma teoria conseguiu explicar a origem do sinal.

Fonte: http://imirante/. globo.com/ plantaoi/ plantaoi. asp?codigo1= 197298


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Força misteriosa está trazendo uma sonda de volta ao Sistema Solar


Você lembra da Pioneer 10? Ela é uma sonda espacial que deixou o Sistema Solar em 1983. Pois bem, cientistas perceberam que a sonda está sendo empurrada de volta para o nosso sistema, por alguma força misteriosa.Inicialmente, os astrônomos pensaram que a sonda estava voltando por causa do impulso que uma sobra de gás nos motores da Pioneer que estivesse escapando causaria. Mas a força é praticamente constante. Outras possibilidades como radiação solar e gravidade também foram descartadas.A força misteriosa é 10 milhões de vezes mais forte do que a gravidade e os cientistas estão acreditando que possa se tratar de uma “nova força da natureza”, desconhecida até então.A velocidade da sonda, que é, atualmente, 43 mil quilômetros por hora e parece estar diminuindo 9 quilômetros por hora, mas a cada século.A Pioneer está fazendo os cientistas questionarem o conhecimento que temos sobre a gravidade e o universo. Fonte - hypescience.com

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Diretor de planetário orienta como utilizá-los


Planetários são ótimos recursos para ensinar e aprender conceitos científicos sobre os astros, seus movimentos, natureza e 'Astronomia de Posição'

“Um planetário, com sua capacidade de projetar um céu virtual em sua cúpula, podendo fazer com que o público sinta-se contemplando e viajando sob um magnífico céu estrelado, é capaz de propiciar uma experiência única e encantadora, na qual a beleza do céu e das imagens astronômicas, somada a outros efeitos sonoros e visuais, pode ser usada para, ao mesmo tempo, transmitir conhecimento e produzir encantamento”. As explicações são do professor Sérgio Bisch, do Departamento de Física da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e atual diretor técnico-científico do Planetário de Vitória. Sérgio estará em Campo Grande (MS), em outubro, para participar do 10º Encontro Regional do Ensino de Astronomia (X EREA), em que vai ministrar a palestra O Papel dos Planetários no Ensino de Astronomia.Segundo Bisch, os planetários, de uma maneira geral, têm uma dupla função: a primeira é ensinar astronomia e ciências correlatas e, a segunda, é motivar estudantes, professores e o público em geral, para o ensino e a aprendizagem desta modalidade e da ciência de um modo geral. “É um ótimo recurso para ensinar conceitos científicos sobre os astros, seus movimentos e natureza e, em especial sobre uma parte da Astronomia denominada ‘Astronomia de Posição’, que estuda e descreve o chamado movimento aparente dos astros, ou seja, que eles apresentam quando observados a partir da Terra, pois um planetário permite simular o céu e os movimentos dos astros como são vistos de qualquer ponto da superfície da Terra, em qualquer tempo, presente, passado ou futuro. Por essas duas razões principais - o ensino, e a motivação para o ensino e a aprendizagem - um planetário se constitui num recurso extremamente útil e eficaz para educação da astronomia”, explica.Em sua experiência como diretor do planetário de Vitória, ele afirma que o público atendido na categoria turmas de escolas é bem maior que na do público em geral, como acredita que deve ser na maioria. Observa que, nas escolas que visitam o planetário, sobretudo as que costumam fazer isso de maneira mais sistemática, a inserção efetiva e motivação para abordagem de conteúdos de astronomia que, de outra forma, seriam superficialmente apresentados, ou talvez sequer fossem trabalhados com os estudantes, passa a ser bem maior. “Já houve pelo menos um caso em que, graças à assessoria do recinto, a astronomia foi tomada como eixo temático para o desenvolvimento de um projeto pedagógico na área de ciências na escola, o que é perfeitamente possível e apropriado, dada a grande interdisciplinaridade nela presente.”Com relação às escolas públicas, o professor considera que a maior deficiência encontrada hoje no ensino de ciências é a carência de infraestrutura adequada, seja material, como a falta de instalações físicas adequadas, laboratórios e equipamentos para o ensino científico, como de recursos humanos, pois a formação de grande parte dos professores das escolas públicas ainda é bastante deficiente. “Em geral, o ensino de ciências ainda é muito livresco, sendo o livro didático a grande referência utilizada pelo professor para o seu trabalho. É justamente neste ponto que os planetários, enquanto instituições, podem dar, acredito eu, sua maior contribuição para a melhoria da qualidade do ensino científico em nosso país: sendo referências às quais as escolas e professores possam recorrer para aprimorar tanto as atividades de ensino, como a própria formação dos professores na área da astronomia e disciplinas correlatas”.Bisch acha essencial o papel que pode ser desempenhado pelas universidades. Cita o caso da UEMS, que possui um planetário móvel no campus de Dourados, o único de Mato Grosso do Sul. “Não tenho a menor dúvida de que esta região, por mais carente de recursos que seja, se contar com uma mobilização dos recursos humanos da universidade (professores e/ou estudantes), numa chamada atividade de extensão, orientando e promovendo o trabalho junto à comunidade, certamente isto constituirá um fantástico incentivo para que professores e alunos da região ensinem e estudem, mais e melhor, astronomia. Sendo as universidades as grandes referências que temos em nosso país em termos de conhecimento, sua participação no esforço em prol da melhoria da Educação Básica é primordial”.