quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ex-executiva do Banco Mundial afirma que 'ETs comandam a economia mundial'


Depois do ex-ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, se manifestar sobre o assunto no ano passado, foi a vez de Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial, afirmar que extraterrestres comandam a economia mundial e o Vaticano. Segundo ela, seres com cabeça alongada e inteligência excepcional são os responsáveis pelo controle.“Criaturas não humanas, de cabeça alongada e com QI 150, controlam o Vaticano e os bancos do de todo o mundo. 
Não são da raça humana. Eles se chamam Homo Capensis. Estiveram na Terra, ao lado da humanidade, antes da Idade do Gelo", afirmou ela em entrevista que pode ser vista no YouTube (assista abaixo, com áudio em inglês).
Para dar base à sua ideia, a ex-executiva cita o caso de objetos encontrados com faraós egípcios, que cobriam suas cabeças com objetos longos, e crânio encontrados no Peru. Com currículo extenso e bem conceituado, Hudes era assessora do alto escalão do Banco Mundial.




Yahoo Notícias

quarta-feira, 30 de abril de 2014

"As chances de haver vida em outros planetas são muito altas"

Elisa Quintana, astrofísica responsável pelo estudo que anunciou o Kepler-186f, planeta semelhante à Terra, acredita que encontrar vida em outros planetas é apenas questão de tempo. Nesta entrevista, ela explica qual a relevância da descoberta e conta como ela irá nos levar a rever nosso papel no universo onde vivemos

A equipe de 23 cientistas responsável pela descoberta do Kepler-186f foi liderada por Elisa Quintana, uma astrofísica que trabalha há oito anos no Seti, sigla em inglês para Busca por Inteligência Extraterreste (Search for Extraterrestrial Intelligence Institute). O local, fundado em 1984 na Califórnia, Estados Unidos, tem seus projetos patrocinados pela Nasa e emprega mais de 120 cientistas com o único propósito de explorar e explicar a origem e natureza da vida no universo. Em outras palavras, seus pesquisadores procuram, com a tecnologia mais avançada do mundo, encontrar seres alienígenas.
O objetivo de Elisa, a astrofísica que, desde 1999 trabalha em projetos da agência espacial americana e também é pesquisadora da missão Kepler, é encontrar planetas como o descoberto no último dia 17, capaz de abrigar água na forma líquida. Para ela, a revelação de muitos planetas semelhantes à Terra é apenas questão de tempo. E eles vão mostrar que as chances de existir vida no espaço, além de nós, é praticamente uma certeza. “Se descobríssemos que planetas das dimensões da Terra não eram comuns, isso também nos traria lições importantes – como a de que, talvez, a vida seja algo especial”, diz a pesquisadora.
Nessa entrevista ao site de VEJA, a cientista explica qual a importância da descoberta do planeta Kepler-186f e conta como essa revelação vai nos levar não só a uma nova compreensão do universo, mas também a rever nosso papel no cosmo.
Sua equipe descobriu um planeta do mesmo tamanho da Terra, na zona habitável de uma estrela. Esse é o primeiro dos planetas assim que serão revelados no futuro? Essa descoberta mostrou que planetas como esse realmente existem. O passo seguinte é encontrar mais desses e descobrir os que estão perto da Terra para podermos medir sua massa e observar suas atmosferas. Isso será possível com a próxima geração de telescópios da Nasa, como o James Webb, que será lançado em 2017 para substituir o Hubble.
De acordo com a última estimativa, só em nossa galáxia seriam 40 bilhões de planetas parecidos com o nosso. Então teríamos essa quantidade de novas descobertas? Esse é o número mais aceito. Há muitos planetas na Via Láctea. E a maior parte deles pode, em teoria, ser do tamanho da Terra ou menores, mas ainda não foram revelados porque são difíceis de encontrar. O fato de que nós descobrimos apenas um planeta do mesmo tamanho da Terra até agora não significa que eles não sejam abundantes. Eles simplesmente ainda não tinham sido vistos. Além disso, a missão Kepler não monitora muitas estrelas anãs, como a do Kepler-186f, porque elas são as mais obscuras para se ver.
Então a descoberta de sua equipe é apenas a consequência natural do avanço da ciência, dos telescópios e dos estudos astronômicos? A missão Kepler foi construída com o propósito de encontrar planetas com o mesmo tamanho da Terra e determinar sua frequência ao redor de outras estrelas além do Sol. Esse era o seu objetivo e, por isso, a descoberta não nos surpreendeu. Se descobríssemos que planetas das dimensões da Terra não eram comuns, isso também nos traria lições importantes — como a de que, talvez, a vida seja algo especial. Estamos descobrindo que existem vários mundos parecidos com o nosso e, por isso, as chances de haver vida em outros planetas são muito altas.
E por que revelações assim são importantes? Porque elas nos mostram a frequência de planetas além do nosso Sistema Solar, nos ajudam a estudar suas atmosferas e composição. Mas, principalmente, nos levam a responder a questões como ‘estamos sozinhos no universo?’ ou ‘será que existe vida além do Sistema Solar?’
E que tipo de vida seria essa? Isso é difícil de responder. Qualquer forma de vida encontrada seria significativa. No instituto onde trabalho, meus colegas procuram sinais de rádio que poderiam vir de formas de vida inteligentes de outros planetas. Outras equipes, que trabalham com astrobiologia, buscam qualquer forma de vida fora da Terra, o que inclui o estudo de Marte, do gelo em Europa (uma das luas de Júpiter) e nas luas de Saturno. Eles também estudam seres em ambientes extremos, tentando compreender a flexibilidade da vida, como o funcionamento biológico de vermes que vivem no fundo de oceanos ou outros organismos que podem viver sem água por décadas, sobreviver a radiações intensas e depois voltar ao normal com uma única gota de água. Eles são fascinantes!

De acordo com o que você diz, a descoberta de planetas parecidos com a Terra vai aumentar e a probabilidade de encontrar outras formas de vida também será maior. Quais seriam as consequências disso? Pessoas como eu, que estudam planetas fora do Sistema Solar, procuram lugares em que existe água porque a vida, como conhecemos, precisa de água, e porque tudo o que podemos monitorar com a tecnologia atual são o vapor d’água ou outros elementos assim na atmosfera. É claro que esses novos planetas podem ter tipos de vida muito diferentes de tudo o que conhecemos, mas, já que não podemos detectar coisas assim, usamos a definição de ‘habitável’ como sendo algo parecido com a Terra e capaz de ter água líquida na superfície. Essa é uma concepção que coloca a Terra como parâmetro, porque achamos que a vida só pode existir na presença de oceanos como os nossos. Mas, no fundo, procuramos por lugares que sejam lar de qualquer forma de vida detectável. Se isso for encontrado, não só irá nos levar a uma compreensão do universo de uma forma completamente nova como nos fará rever nosso papel no cosmo. Deixaremos de ser os únicos seres vivos do universo.
Fonte: Veja

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cientistas descobrem oceano em uma das luas de Saturno

Mar de Enceladus tem 10 km de profundidade sob grossa camada de gelo.
Não foi possível determinar se existe alguma forma de vida.

Ilustração feita pela Nasa mostra simulação do oceano na parte sul de lua de Saturno (Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação)


Cientistas descobriram um vasto oceano sob a superfície gelada de uma das luas de Saturno, a Enceladus. Pesquisadores italianos e norte-americanos fizeram a descoberta usando a sonda Cassini, da Agência Espacial Americana (Nasa). Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (3). Saturno tem mais de 60 luas orbitando ao seu redor.
Este novo oceano está centrado no polo sul de Enceladus e pode abranger boa parte da lua, que tem 310 milhas de diâmetro. Os dados obtidos não mostram se o oceano se estende até o polo norte da lua de Saturno. Nuvens de vapor de água e gelo foram detectadas pela primeira vez em 2005 na região polar sul.
Segundo Luciano Iess, da Universidade de Ciências de Roma, o mar tem 10 km de profundidade sob grossa espessura de 30 a 40 km de gelo.
Os pesquisadores não conseguiram determinar se o mar abriga alguma forma de vida. Para isso são necessários instrumentos de busca mais sofisticados.
Nuvens de vapor de água foram detectadas na região polar sul (Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação)



G1

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Astrônomos descobrem a idade da Lua

Há muito tempo sabe-se que a nossa lua se formou depois que a Terra foi atingida por um planeta do tamanho de Marte há bilhões de anos, mas quando isso aconteceu era até bem pouco tempo atrás motivo de debate.
Astrônomos descobrem a idade da Lua
Alguns cientistas acreditavam que o evento ocorreu cerca de 30 milhões de anos após a formação do sistema solar, enquanto outros afirmam que isso aconteceu até 100 milhões de anos depoisUsando medições do interior da Terra, juntamente com simulações de computador, uma equipe internacional de cientistas planetários afirma que a última estimativa é a mais correta- e descobriram através do que eles estão chamando de um “relógio geológico”.
Pesquisadores da França, Alemanha e EUA realizaram 259 simulações em computador do crescimento de Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.Durante esta análise, os cientistas descobriram uma ligação entre quando a Terra foi atingida, e a quantidade de material adicionada à Terra após o impacto.
Esta relação funciona como um relógio, até à data do evento de formação da lua. Segundo os cientistas, este é o primeiro “relógio geológico” na história do sistema solar, isto é, que não depende de medições e interpretações do decaimento radioativo de núcleos atômicos para determinar a idade.
“Estávamos ansiosos para encontrar um “relógio” para o tempo de formação da Lua, que não depende de métodos de datação radiométrica”, disse o principal autor Seth Jacobson, do Observatório de la Cote d’Azur, em Nice, na França.
O estudo demonstrou que a abundância de elementos altamente siderófilos no manto da Terra – elementos atômicos que são quimicamente relacionados com ferro – é diretamente proporcional à massa liberada após o impacto da Terra.
A partir destas medições geoquímicas, o relógio recentemente estabeleceu que a lua se formou aproximadamente 95 milhões de anos após a origem do sistema solar – com um grau de incerteza entre 32 e 39 milhões de anos.

 http://misteriosdomundo.com/astronomos-descobrem-idade-da-lua#ixzz2xpkSkkJ6



terça-feira, 18 de março de 2014

Descoberta incrível confirma o Big Bang

Diz a teoria que em algum momento há cerca de 13,8 bilhões de anos o Universo que habitamos surgiu a partir da flutuação quântica de um ponto de infinitas energia e densidade, ou “singularidade”, num evento extraordinário que foi apelidado de Big Bang. Este Universo primordial, no entanto, era extremamente quente, tanto que nem os átomos conseguiam se formar. Assim, para que pudéssemos ter estrelas, planetas, galáxias e mesmo nós, ele deve ter passado por um período de rápida expansão e consequente esfriamento, processo que ficou conhecido como “inflação”. E graças a meticulosas observações e análises de dados obtidos por um telescópio especial instalado no Polo Sul, isso tudo agora é mais do que apenas uma teoria.
Segundo os cientistas, é possível ver nas medições as marcas das ondas gravitacionais geradas pela inflação na chamada radiação cósmica de fundo, o “eco” em micro-ondas do Big Bang, quando o Universo tinha meros trilionésimos de trilionésimos de trilionésimos de segundo de existência, ou um dividido por um e seguido de 37 zeros.Previsão de quase um século atrás
Previstas por Albert Einstein em sua Teoria da Relatividade Geral há quase um século, as ondas gravitacionais são dobras no tecido do espaço-tempo formadas pelo movimento de qualquer objeto dotado de massa, assim como uma pedra atirada em um lago provoca perturbações em sua superfície. O problema é que estas ondas são tão pequenas que, para poderem ser detectadas diretamente com a tecnologia atual, é preciso que estes objetos sejam muito grandes e estejam se movendo a enormes velocidades, como a fusão de dois buracos negros. Diversos experimentos espalhados pelo mundo estão buscando este tipo de onda gravitacional, ainda sem sucesso, mas o que a equipe internacional de cientistas liderada por John Kovac, do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, nos EUA, anunciou ter encontrado nesta segunda-feira vai muito além.
De acordo com os pesquisadores, o poderoso processo de inflação do Universo primordial gerou ondas gravitacionais centenas de milhares de anos antes do aparecimento do primeiro buraco negro que podem ser vistas no modo como a radiação cósmica de fundo foi polarizada, no que seria não só a primeira evidência direta da existência destas ondas como da própria inflação. Como esta radiação é uma forma de luz, ela tem as mesmas propriedades da luz, entre elas a polarização, uma espécie de “giro”, ou preferência, por uma direção. Desta forma, assim como na Terra a luz solar é espalhada pela atmosfera e os óculos polarizadores reduzem a sensação de ofuscamento provocado por este fenômeno, no espaço as ondas gravitacionais do Universo primordial polarizaram a radiação cósmica de fundo fazendo com que apresentem regiões com “giros” que foram detectados pelo experimento no Polo Sul, batizado BICEP2.
— Foi como estar procurando por uma agulha num palheiro e encontrar um pé-de-cabra — resumiu Clem Pryke, professor de física e astronomia da Universidade de Minnesota, também dos EUA, e um dos integrantes da equipe de Kovac.
Arma fumegante’

Para os especialistas, se as medições feitas pelo BICEP2 forem confirmadas por outros experimentos, a descoberta anunciada ontem deverá se juntar à detecção do bóson de Higgs, a partícula que dá massa a tudo que existe, em 2012, como uma das mais importantes do século, melhorando nossa compreensão sobre do que o Universo é feito, a forma que ele surgiu e por que é do jeito que é.
— Este trabalho nos oferece pistas sobre algumas de nossas questões mais básicas, como “por que existimos?” e “como o Universo teve início?” — destacou Avi Loeb, físico teórico da Universidade de Harvard. — Estes resultados são não só a “arma fumegante” da inflação como também nos dizem quando a inflação aconteceu e quão poderoso foi este processo. E parece que a inflação realmente ocorreu, o que desde 1980 era apenas uma especulação.
Especulação que veio da mente de Alan Guth, então um jovem físico trabalhando na Universidade de Stanford, EUA, que contou nunca ter esperado ver sua teoria confirmada por observações enquanto estivesse vivo e ficado gratamente surpreso com o anúncio desta segunda-feira.
— Com a natureza, temos que ter sorte, e aparentemente tivemos muita — comemorou Guth.
Fonte:http://www.misteriosdoespaco.com/2014/03/descoberta-incrivel-confirma-o-big-bang.html

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Nasa anuncia descoberta de 715 novos planetas

Ilustração da Nasa mostra sistemas com múltiplos planetas que eclipsam as estrelas que circundam, dependendo do ponto de observação (Foto: Nasa)

Achado praticamente dobra número de planetas conhecidos.
Planetas descobertos pelo telescópio Kepler orbitam 305 estrelas.


A Nasa anunciou nesta quarta-feira (26) uma série de novos planetas descobertos pelo telescópio Kepler. Um novo método de verificação de potenciais planetas levou à descoberta de 715 novos mundos, que orbitam 305 estrelas diferentes. A missão do telescópio é encontrar estrelas semelhantes ao nosso Sol.
"Nós praticamente dobramos o número de planetas conhecidos", explicou Jack Lissauer, cientista da agência. Com a descoberta, o número total de planetas conhecidos chegou a cerca de 1.700.
Não existem muitas informações sobre esses planetas, principalmente se eles realmente têm as condições necessárias para o surgimento da vida - água, superfície rochosa e uma distância de suas estrelas que os mantenha na temperatura ideal.
Cinco deles estão na zona habitável de suas estrelas e têm um tamanho semelhante ao da Terra, informou a Nasa. A maioria das novas descobertas está em "sistemas multi-planetários parecidos com o nosso", e 95% tem um tamanho entre o da Terra e o de Netuno, que é quatro vezes maior do que o nosso planeta.
O novo método consiste em uma ferramenta que permite analisar diversos planetas ao mesmo tempo. Antigamente, cada planeta era confirmado de forma individual, dependendo do número de vezes que orbitasse em frente a sua estrela. Três voltas são suficientes para a confirmação.
O Kepler, que foi lançado em 2009 e não funciona mais desde o ano passado, observou 150 mil estrelas, ao redor das quais podem existir 3.600 planetas. Até agora, 961 desses candidatos foram confirmados. Os dados do telescópio seguem sendo analisados. Essas descobertas serão divulgadas em 10 de março na publicação científica americana "The Astrophysical Journal".
G1

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Supernova visível da Terra





 Foto: Porque não conseguimos chegar a velocidades próximas a da luz?

Já se perguntaram o motivo da gente não conseguir viajar a velocidades próximas a da luz? 

Alcançar velocidades próximas ou igual a da luz sempre foi um dos sonhos das pessoas, pois assim conheceriam diversos outros planetas e sistemas ao redor do universo, mas porque que é praticamente impossível de chegarmos a velocidade da luz?. Isso é muito simples de explicar com a mais famosa formula de Einstein, E=mc². 


A formula E=mc² diz que a Energia = massa (vezes) a aceleração ou seja quanto mais rápido você viaja maior o seu peso ao ponto que a 90% da velocidade da luz o seu peso dobra ponto que se um objeto tentar viajar a velocidade da luz (300.000 km/s) a sua massa se tornaria infinita e não teria a energia requerida pra move-lo. 


Mas se mesmo assim conseguirmos viajar a velocidade da luz esse não seria o único problema teria também o de dilatação temporal, que quanto mais rápido ou maior a gravidade maior é o tempo, como por exemplo na ISS que a cada ano lá é 0.014 segundos atrasado em relação ao ano da terra, mas isso é apenas porque eles movem a 8 mil quilômetros por segundos, se fosse numa nave a 60% da velocidade da luz o ano teria algo em torno de 91.25 dias a mais por ano, a 99,999999% da velocidade da luz aconteceria que a cada ano que viajássemos na nave na terra passaria algo em torno de 2500 anos. 


A formula E=mc² é uma das formulas mais fenomenais da ciência, pois ela é uma formula simples e fácil de ser compreendida e ao mesmo tempo que ela explica o motivo de não podermos viajar acima da velocidade da luz ela explica diversos outros incríveis fenômenos do cosmo em apenas 3 letras.

#Planck

Uma explosão estelar excepcionalmente próxima da Terra poderá ser vista nas próximas semanas. A explosão da supernova será na Galáxia do Charuto, chamada assim devido ao seu formato. O local fica a cerca de 12 milhões de anos-luz da Terra e oferecerá uma oportunidade única para se estudar uma supernova. A descoberta, no entanto, foi feita por acaso. Steve Fossey, um astrônomo do University College de Londres (UCL), da Grã-Bretanha, descobriu a galáxia com um pequeno telescópio de 35 centímetros. "Estávamos fazendo uma observação há uma semana com estudantes do UCL e, em uma das imagens que conseguimos, de curta exposição, pudemos ver este ponto brilhante de luz na imagem da galáxia. Imediatamente nos demos conta que isto era uma supernova, a explosão de uma estrela", disse Fossey à BBC. Fossey consultou colegas de outros observatórios e confirmou a descoberta. A União Astronômica Internacional catalogou a supernova como SN2014J. A supernova é tão brilhante que poderá ser vista com telescópios domésticos de boa qualidade ou até mesmo com binóculos, quando atingir o ponto máximo de seu brilho, algo que deve ocorrer dentro de uma semana. Junto com observadores do mundo todo, Fossey se prepara para recolher informações e aprender tudo o que puder enquanto a supernova for visível no céu. Fonte: http://www.astronews.com.br/