quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Lago na Antártida pode guardar 'segredo' de vida alienígena


O Lago Vida, o maior da região dos vales secos de McMurdo, na Antártida, não possui oxigênio, é ácido e congelado 

Cientistas descobriram micróbios que sobrevivem em condições de alta salinidade e temperaturas abaixo de zero em um lago na Antártida, algo que dá indícios de que pode existir vida em luas congeladas do Sistema Solar. Foram encontrados micróbios que viviam em um ambiente escuro, em temperaturas de até -13ºC. Além disso, eles afirmam que as formas de vida estão isoladas do resto do mundo há 2,8 mil anos. Detalhes desta pesquisa foram publicados pela revista científica PNAS. "É plausível que uma fonte de energia para essas formas de vida exista apenas devido à reação química entre a água salgada e as pedras", afirma Christian Fritsen, do Instituto de Pesquisas em Desertos (DRI, na sigla em inglês), dos EUA, que é coautor do estudo. Alison Murray, líder das pesquisas, diz que se esta hipótese estiver correta, cria-se "uma estrutura completamente nova de pensamento sobre como a vida pode estar apoiada em crio-ecossistemas na Terra e em outros mundos frios do Universo". A lua Europa, do planeta Júpiter, é um dos lugares que cientistas acreditam que pode ter condições semelhantes para que esse tipo de vida se desenvolva. Vida em luas O Lago Vida, o maior da região dos vales secos de McMurdo, na Antártida, não possui oxigênio, é ácido, congelado e tem os mais altos níveis de óxido nitroso do mundo. Um líquido seis vezes mais salgado do que a água marinha permeia todo o ambiente. Durante visitas a campo em 2005 e 2010, Alison Murray liderou um trabalho de perfuração, que retirou gelo do lago, coletou amostras do líquido salgado e analisou o potencial da água de hospedar organismos vivos. Para evitar contaminações ao isolado ecossistema, eles adotaram procedimentos controlados e equipamentos especiais, trabalhando em tendas esterilizadas na superfície do lago. A abundância de diferentes compostos químicos presentes no lago levou os cientistas a concluir que reações químicas estavam acontecendo entre a camada de líquido e os sedimentos mais profundos - produzindo óxido nitroso e hidrogênio molecular. O hidrogênio pode ser a fonte de energia que alimenta os micróbios presentes no líquido salgado. Além disso, o baixo ritmo do metabolismo desta forma de vida faz com que as reservas de energia durem bastante tempo. Para Cynan Ellis-Evans, do programa de pesquisas British Antarctic Survey (BAS), que não participou desta pesquisa específica, a descoberta de micróbios nesses lagos tão remotos é "muito interessante". O pesquisador cita indícios recém-descobertos de que bolsões de gelo e água possam existir na lua Europa, com condições parecidas aos encontrados no estudo na Antártida.
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI6339170-EI8147,00-Lago+na+Antartida+pode+guardar+segredo+de+vida+alienigena.html

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Nossa História em 1 minuto


Uma viagem através do universo primitivo,a formação da Terra e a Lua, o surgimento da vida na Terra e o desenvolvimento Humano.
Crédito do vídeo: MelodySheep,Symphony of Science

domingo, 11 de novembro de 2012

Astrônomos descobrem novo planeta potencialmente habitável

Utilizando dados registrados por telescópios instalados nos Andes chilenos, uma equipe de astrônomos alemães conseguiu detectar um novo planeta localizado dentro da zona habitável de sua estrela. Nessa região, as condições são propícias para que a água se mantenha em estado líquido, condição essencial para a vida como a conhecemos.
especializado Astronomy & Astrophysics, HD 40307g tem cerca de sete vezes mais massa que a Terra e seu período orbital o faz circular a estrela uma vez a cada 198 dias. Segundo o estudo, feito pelos astrônomos Mikko Tuomi, da Universidade de Hertfordshire (Reino Unido) e Guillem Anglada-Escude, ligado à Universidade de Goettingen, na Alemanha, ao que tudo indica HD 40307g é um planeta rochoso muito maciço e que orbita a estrela a 90 milhões de quilômetros de distância. Como comparação, a distância da Terra ao Sol é de 149 milhões de quilômetros. Se levarmos em conta apenas a distância que o novo planeta orbita sua estrela, a primeira conclusão é que a temperatura da superfície seria muito mais elevada, tornando inviável a manutenção da água líquida necessária à vida. No entanto, essa menor distância é compensada pelas características da estrela HD 40307, que é menor, menos brilhante e menos quente que o Sol. Isso faz com que sua zona habitável - onde possa haver água líquida - também seja mais próxima e HD 40307g está exatamente dentro dessa zona. Anomalia na Estrela O novo planeta não foi observado diretamente, mas sim com a ajuda do equipamento HARPS (High Accuracy Radial Velocity Planet Searcher), um instrumento altamente sensível capaz de detectar pequenas variações na posição da estrela à medida que um planeta a orbita. Essa anomalia é provocada pela interação gravitacional entre o planeta e a estrela, que faz com que essa tenha sua velocidade e posição ligeiramente alteradas pela presença do objeto. Ao analisar essas variações, é possível determinar com bastante precisão o possível agente causador da anomalia, sua massa, dimensões e características orbitais. Distância Perfeita No caso do sistema formado HD 40307, todos os outros cinco planetas encontrados ao seu redor orbitam muito próximo da estrela, com exceção de HD 40307g, localizado na distância certa para que a água possa estar em estado líquido. Na realidade, os outros objetos estão tão próximos que se fossem colocados dentro do Sistema Solar caberiam facilmente dentro da órbita de Mercúrio. Apesar de os cientistas já terem encontrado outros planetas em zonas habitáveis, o interessante da nova descoberta são as características físicas de HD 40307g, ao que tudo indica um planeta rochoso. A maioria dos outros planetas já detectados dentro da Zona Habitável é composta de gigantes gasosos. A descoberta também reforça a ideia de que a Terra não é um planeta tão incomum e que em nossas vizinhanças pode haver outros mundos colocados estrategicamente dentro da Zona Habitável.Na concepção artística mostra o planeta HD 85512b localizado ao sul da constelação da Vela. O planeta também foi descoberto pelo instrumento HARPS. É do tipo rochoso e se localiza no limiar da Zona Habitável da estrela HD 85512.
Apolo11.com

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Navios de guerra se preparam para invasão extraterrestre?

O editor sênior da revista Veterans Today, Gordon Duff, publicou um artigo onde se detalha que há alguns dias foram relatados em frente às costas de San Francisco navios da armada naval norteamericana em conjunto com navios da armada chinesa, o reporte destas frotas navais teria sido negado pelas instâncias militares. O curioso desta informação que publica Duff é que segundo um relatório de alta inteligência na Ásia confirmaria que se trata de uma operação combinada entre ambos países contra uma ameaça extraterrestre potencial e pouco amigável, pelo que parece desde bases submarinas em dita zona marítima. A gravidade do assunto, explica Duff, se revela ao verificar a mobilização de duas das frotas militares marítimas mais importantes do mundo de maneira combinada, organizando um frente multinacional contra um inimigo comum inimaginável, o Site MarineTraffic permite ver em tempo real o tráfego marítimo de todas as embarcações do mundo e foi aqui também justamente que pôde se apreciar este atípico movimento. O certo é que chama muito a atenção que esta revista digital, para nada sensacionalista ou especializada em assuntos OVNI´s, aborde tão diretamente o assunto. Por sua parte Kerry Cassidy, reconhecida investigadora e diretora do Project Camelot, publicava desde o passado 13 de Setembro (2012) (4 días antes da publicação no Veterans Today) desde seu Blog o inusitado movimento naval nas costas de San Francisco e alguns rumores que já estavam chegando, hoje este “exercício multinacional” parece não ter ocorrido, pois resulta impossível encontrar algum tipo de informação oficial sobre este fato. Este é um trecho classificado do relatório que supostamente vazou(em inglês): Opposition is extraterrestrial and extremely aggressive and unfriendly The threat represents a “clear and present danger” and is isolated to the Pacific Basin China is forced to carry US responsibility because our own naval capability is sitting in the Persian Gulf when America is under a very real threat. Attempts to seek confirmations or to directly verify these operations will lead to fatal consequences. O que aconteceu realmente há alguns días em frente às costas de San Francisco nos EUA? Terá algo a ver com assuntos extraterrestres por incrível que pareça? Continuando nessa linha, surgem novas versões que afirmam a existência de um conflito em curso entre forças navais terrestres e alienígenas. Crível ou não, a luta estaria ocorrendo em segredo, com muito hermetismo e num cenário inimaginável. O ex-contratista do exército americano e cientista John Kettler teria feito uma afirmação polêmica sobre uma crescente guerra de OVNIS (UFO) que estaria ocorrendo na Antártida. O anúncio foi publicado em 26 de outubro passado pelo “Serviço de notícias do Instituto de Exopolítica” (Exopolitics Institute News Service). Em seu próprio site chamado “John Kettler investiga”, publicou numerosos artigos sobre a luta da Marinha dos EUA contra extraterrestres hostis que estão submergidos no Pacífico. “A guerra de OVNIs continua se expandindo, com fortes ações no Oceano Antártico segundo fontes altamente sensíveis. Dois submarinos chineses da Armada do Exército de Libertação do Povo, foram impactados juntos, resultando lesões na tripulação, mas não mortos”, escreveu Kettler. O informe no site www.exopoliticsinstitute.org de John Kettler afirmou também que “20 Ovnis, viajando a 25.000 milhas por hora, deixaram o Oceano Antártico em grupo e voaram a Guadalajara, México. Outro grupo de 15, voando na mesma velocidade, foi para a Argentina”. No artigo que escreveu, John Kettler também fez outras afirmações audaciosas sobre as guerras de OVNIS: “A guerra contra os OVNIS se espalhou em todo o Oceano Pacífico!”. O artigo estabelecia que: ”A guerra do Pacífico se converteu agora numa guerra de uma coalizão de cinco países do eixo do Pacífico, baseado em fontes supersensíveis. As forças navais envolvidas incluem a Armada dos Estados Unidos (EUA), PLAN (Armada Exército Popular de Libertação Chinês), JMSDF (Força marítima de Autodefesa Japonesa), ROKN (Marinha da República da Coreia do Sul) e ROCN (Armada da República da China/Taiwan). No total, ao redor de 200 barcos, incluindo dois grupos de batalha de porta-aviões estadunidenses, muitos elementos de combate de superfície adicionais (fragatas e cruzeiros), numerosos submarinos e navios de abastecimento para manter todos os navios de guerra provisionados, as tripulações alimentadas e a provisão de vários elementos. A guerra contra os OVNIS é um tipo sem precedentes de guerra da coalizão com todas as dores de cabeça e condimentos políticos envolvidos” afirmava John Kettler. Porém, nem todo o mundo acredita no que disse John Kettler. Segundo o Serviço de notícias do Instituto de Exopolítica: “Existem boas razões para concluir que as afirmações de Kettler sejam parte de uma operação de guerra psicológica que pode estar relacionada com o planejamento de uma falsa bandeira para um evento de contato extraterrestre.” Numa sondagem realizada pelo site Current.com, 29% acredita que a notícia informada é somente “bobagens”, enquanto que 25% acredita que a história era um “fato concreto”. Por outro lado, 25% acha a história como uma “possibilidade”, enquanto que 13% escolheu a categoría de “lixo” e 0% a colocou na categoria de notícias “militares”. Fontes: http://www.veteranstoday.com/2012/09/17/ufo-war-chinese-and-us-navy-off-san-francisco/ http://www.ibtimes.co.uk/articles/399472/20121029/scientist-john-kettler-declares-ufo-wars-being.htm http://ovnihoje.com/2012/09/21/estariamos-a-beira-de-uma-guerra-contra-os-ets-operacao-de-bandeira-falsa/ http://johnkettler.com/bio/
Teoriadaconspiração.org

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

¨Enquanto você dormia¨


Esse belíssimo vídeo em “timelapse”, técnica que cria um filme feito com fotos individuais tiradas a intervalos maiores que resultam em uma imagem “acelerada”, levou três anos para ser produzido.
hypescience.com

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A escala Bortle Dark-Sky

Johm E. Bortle fez uma escala para avaliar a escuridão do céu baseada em diversos aspectos e não apenas na magnitude limite porque esta varia muito de um observador para outro em função da sua acuidade visual e também porque uma pequena quantidade de poluição luminosa degrada muito mais a visão de objetos de céu profundo que a visão de estrela. É como se as estrelas conseguissem furar melhor a poluição luminosa, mas objetos difusos como nebulosas e galáxias desaparecem facilmente. Bortle usou sua experiência de 50 anos de observação para elaborar esta escala onde ele classifica o céu em 9 classes: NT: lembrem-se que para avaliar corretamente as condições do céu é necessário primeiro a completa adaptação ao escuro com um tempo mínimo de 30 minutos na escuridão. Nunca usar lanternas sem uma proteção vermelha (celofane ou qualquer outro material que reduza e torne vermelha a luz da lanterna). Classe 1: Excelente local de céu escuro. A luz zodiacal e a faixa zodiacal (aquela faixa que é vista na região da eclíptica) é facilmente visível se estendendo por todo céu. M48 é um objeto óbvio a olho nu (NT: M48 no texto original é: M33, que foi substituído para adaptar o texto a nossa realidade no hemisfério sul). A região da Via Láctea em Escorpião e Sagitário provocam óbvias e difusas sombras no chão (NT: !!!). A olho nu a magnitude limite fica entre 7.6 e 8.0 com esforço; a presença de Vênus ou Júpiter no céu parece degradar (perturbar) a adaptação ao escuro. O brilho da atmosfera (um brilho natural muito fraco que ocorre naturalmente até uma altura de 15° do horizonte) é bem aparente. Com um telescópio de 320 mm podemos detectar as estrelas de magnitude 17.5 com esforço, enquanto um 500 mm usado com ampliação moderada alcança mag. 19. Se você está observando em um campo gramado com árvores nas bordas seu telescópio, companheiros e automóveis são quase totalmente invisíveis. Este é o Nirvana dos observadores! Classe 2: Local tipicamente escuro. O brilho da atmosfera pode ser fracamente aparente ao longo do horizonte. M48 é ainda facilmente visível com visão direta. No inverno, a Via Láctea apresenta várias estruturas ao olho nu e suas partes mais brilhante parecem com um mármore com riscas, ao binóculo comum. A luz zodiacal ainda brilha o suficiente para provocar fracas sombras logo antes do alvorecer ou após o por-do-sol e podemos distinguir sua cor amarelada quando comparada com o brilho branco-azulado da Via Láctea. Qualquer nuvem no céu é percebida apenas como um buraco negro ou vazios no fundo estrelado. Você pode ver seu telescópio e arredores apenas vagamente exceto quando projetados contra o céu. Muitos dos aglomerados globulares Messier são objetos fáceis a olho nu. A magnitude limite a olho nu fica entre 7.1 e 7.5, com um tele 320 mm alcançamos mag. 16 ou 17. Classe 3: Céu rural. Algumas indicações de poluição luminosa são evidentes no horizonte. Nuvens parecem fracamente iluminadas nas regiões mais brilhantes do céu próximas ao horizonte mas são negras no zênite. A Via Láctea ainda apresenta estruturas complexas, aglomerados globulares como M4, M5, M15 e M22 são distinguíveis a olho nu. M48 é fácil de ver com visão periférica. A luz zodiacal é visível na primavera e outono (quando se estende por 60° sobre o horizonte depois do por-do-sol ou antes da alvorada) e sua cor é apenas perceptível. Seu telescópio é vagamente aparente a uma distância de 7 a 10 metros. O limite a olho nu fica entre as mag. 6.6 e 7.0, com um refletor 320 mm alcançamos mag. 16. Classe 4: Transição rural/suburbano. Domos de poluição luminosa são bem aparentes sobre regiões habitadas em diversas direções. A luz zodiacal é claramente evidente mas não se estende a meio caminho do zênite no começo ou fim dos crepúsculos. A Via Láctea quando acima do horizonte ainda impressiona mas faltam as estruturas mais óbvias. M48 é um objeto difícil mesmo com visão periférica detectável apenas quando estiver alta no céu. Nuvens nas direções de poluição luminosa são iluminadas levemente mas ainda são escuras no zênite. Você pode ver seu telescópio claramente à distância. A magnitude máxima a olho nu fica entre 6.1 e 6.5, um refletor 320mm usado com magnificação moderada alcança mag. 15.5. Classe 5: Céu suburbano. Somente traços da luz zodiacal é observada nas melhores noites da primavera ou outono. A Via Láctea próxima ao horizonte é muito fraca ou invisível e se apresenta bastante desbotada no zênite. As fontes de luz são evidentes em praticamente todas as direções do horizonte. Em todo ou quase todo o céu as nuvens são mais brilhantes que o próprio céu. O limite a olho nu fica entre 5.6 e 6.0, com um refletor de 320 mm alcançamos mag. 14.5 a 15. Classe 6: Céu claro suburbano. Nenhum traço da luz zodiacal pode ser visto mesmo nas melhores noites. Qualquer indício da Via Láctea só é aparente no zênite. O céu brilha num branco acinzentado até 35° acima do horizonte. Nuvens em qualquer ponto do céu aparecem bastante brilhantes. Você não tem problemas para visualizar as oculares e acessórios numa mesa auxiliar. M48 é impossível de observar sem a ajuda de um binóculo. O limite a olho nu fica em 5.5, um refletor de 320 mm com aumento moderado mostra estrelas de mag. entre 14.0 e 14.5. Classe 7: Transição suburbano/urbano. Todo o fundo do céu tem uma coloração levemente acinzentada. Fontes luminosas fortes são evidentes em todas as direções. A Via Láctea é totalmente invisível ou quase isso. Nuvens são bem luminosas. Mesmo em telescópios de tamanho moderado os objetos Messier são um pálido fantasma da realidade. A magnitude limite a olho nu está em 5.0 com esforço, um refletor 320 mm mal alcança mag. 14. Classe 8: Céu de cidade. O céu brilha cinzento ou alaranjado e você consegue ler as manchetes de jornais sem dificuldade. Só os objetos Messier mais brilhantes são detectados num telescópio de tamanho modesto. Algumas estrelas que fazem parte de constelações familiares são difíceis de ver ou estão ausentes. A olho nu vemos estrelas até mag. 4.5 no máximo se você souber para onde olhar e o limite para um refletor de 320 mm é um pouco mais de 13. Classe 9: Céu de centro de cidade. Todo o céu está fortemente iluminado mesmo no zênite. Muitas estrelas familiares que formam constelações são invisíveis e constelações fracas como Cancer e Pisces não são visíveis. Sem considerar as Pleiades nenhum objeto Messier é visível a olho nu. Os únicos objetos celestiais que proporcionam uma boa observação são a Lua, os planetas e alguns dos mais brilhantes aglomerados abertos (se você os encontrar). O limite a olho nu fica em 4.0 ou menos. Fonte: http://skyandtelescope.com/resources/darksky/article_81_1.asp

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Os Dogons e a Estrela Sirius

Sirius é a estrela mais interessante da constelação Cão Maior e é também a mais luminosa vista da Terra, por se encontrar apenas a 8,6 anos-luz do nosso sistema solar.
A estrela era conhecida pelos antigos astrónomos egípcios, assim como a sua companheira menor, Sirius B. 

Contudo, a Sirius B, uma estrela do tipo “anã branca”, só foi identificada pelos astrónomos ocidentais há pouco tempo. A sua existência foi comprovada pela primeira vez por F.W. Bessel em 1844, em Konigsberg, na Alemanha.
A tribo Dogon, do Mali, que vive numa remota região do interior da África oriental, é composta por apenas 200 mil pessoas. A sua maioria vive em aldeias penduradas nas escarpas de Bandiagara, a leste do Rio Niger, mas não pode ser classificada como “primitiva”, por que possui um estilo de vida muito complexo.

Os Dogons têm um conhecimento muito preciso do sistema estelar de Sirius e dos seus períodos orbitais. Os sacerdotes Dogons, dizem que sabem desses detalhes, que aparentemente são transmitidos oralmente e de forma secreta, há séculos antes dos astrónomos. 
Para a tribo, toda a criação está vinculada à estrela a que chamam de Po Tolo, que significa “estrela semente”. Esse nome vem da minúscula semente chamada de Fonio, que na botânica é conhecida como Digitaria exilis. Com a diminuta semente, os Dogons referem-se ao início de todas as coisas. De acordo com os Dogons, a criação começou nessa estrela, qualificada pela astronomia como “anã branca”, e que os astrónomos modernos chamam de Sirius B, a companheira menos brilhante de Sirius A, da constelação Cão Maior.

A tribo descreve que as órbitas compartilhadas de Sirius A e de Sirius B formam uma elipse, com Sirius A localizada num dos seus focos: uma ideia que a astronomia ocidental só levou em conta no início do século XVII, quando Johannes Kepler propôs que os corpos celestes se movimentavam em círculos perfeitos.
Os Dogons também dizem que Sirius B demora 50 anos para completar uma órbita em volta de Sirius A, a astronomia moderna estabeleceu que o seu período orbital é de 50,4 anos. 
O que se torna realmente assustador é o conhecimento que dizem ter de um terceiro astro do sistema Sirius, ainda não descoberto pelos astrónomos. Os Dogons chamam a este terceiro corpo de Emme Ya ou “Mulher Sorgo” (um cereal) e dizem que é uma estrela pequena com apenas um planeta na sua órbita, ou um grande planeta com um grande satélite.

Visitantes extraterrestres

Os investigadores afirmam que os conhecimentos do sistema Sirius dos Dogons, possuem milhares de anos de idade e podem ter a seu favor os factos históricos.
Supõe-se que a tribo do Mali descende remotamente dos gregos, que colonizaram a parte da África que actualmente constitui a Líbia. Os gregos “expatriados” poderiam ter adquirido alguns conhecimentos dos seus vizinhos, os antigos egícios.’
A forma como os Dogons adquiriram conhecimentos astronómicos continua sem respostas. No entanto, a tribo africana explica os seus conhecimentos astronómicos do sistema Sirius de uma forma muito simples: os seus antepassados adquiriram-nos de visitantes anfíbios extraterrestres, chamados por eles de “Nommos”, provenientes da estrela Po Tolo (Sirius B). 


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"Nommo" 
O ser peixe que visitou este povo à muitos séculos

As descrições que os Dogons fazem são muito precisas.
Contam que os Nommos chegaram pela primeira vez , do Sistema Sirius, numa nave que girava em grande velocidade quando descia e que fazia um barulho tão forte como o de o rugido do vento. Também dizem que a máquina voadora aterrou como se fosse uma pedra na superfície da água, semeando a terra como se “jorrasse sangue”. Alguns estudiosos dizem que, na língua Dogon, isso se assemelha ao “escape de um foguetão”.
Os Dogons também falam que pode ser interpretado como a “nave mãe” colocada em órbita. Isso não é tão estranho quanto parece: a Apolo ficou em órbita lunar enquanto o módulo descia para fazer a primeira alunagem em Julho de 1969.


Os Dogons acreditam que deuses (Nommos) vieram de um planeta do sistema Sirius, há cinco ou seis mil anos atrás. Na linguagem Dogon, Nommos significa “associado à água... bebendo o essencial”. 
Segundo a lenda, os anfíbios Nommos viviam na água e os Dogons referem-se a eles como “senhores da água”. A arte Dogon, mostra sempre os Nommos parte humanos, parte répteis. Lembram o semideus anfíbio Oannes dos relatos babilónios e o seu equivalente sumério Enki. 


Os textos religiosos de muitos povos antigos referem-se aos pais das suas civilizações como seres procedentes de um lugar diferente da Terra. Colectivamente, isso é interpretado por algumas pessoas como a prova da existência de vida extraterrestre que estabeleceu contacto com o nosso planeta num passado distante.

Pedro Salgado-G.P.U