sábado, 28 de maio de 2011

Enorme frota de UFOs filmada do Space Shuttle


Não se conhece a fonte e quando foi feita,mas inicialmente parece muito espantoso.
Fonte: Paulo Poian-Revista Ufo

sábado, 21 de maio de 2011

Levante cedo e olhe para o céu. Belezas celestes lhe aguardam!

Quem acorda cedo já percebeu. Nos últimos dias, diversos pontos brilhantes podem ser vistos no céu logo nas primeiras horas da manhã. Não se trata de algo sobrenatural ou inexplicável, mas tão somente dos tradicionais planetas do Sistema Solar, que resolveram se juntar para deixar nossas manhãs mais interessantes!

Conjunção de planetas

Logo que os primeiros raios de Sol se tornam visíveis no horizonte leste, Júpiter, Marte, Mercúrio e Vênus formam um belo quarteto planetário muito fácil de ser visto. A proximidade entre eles é tão grande que basta olhar para qualquer um deles para vê-los todos de uma única vez. Isso acontece por que eles estão em conjunção, quando um observador na Terra tem a impressão de que os objetos estão aparentemente muito próximos.

Na conjunção atual, Mercúrio e Vênus estão separados por apenas 1 graus de distância, o equivalente ao espaço ocupado por dois discos lunares, mas apesar de parecerem estar juntos, essa aproximação é apenas aparente. Na realidade eles estão bem distantes uns dos outros.

Posição planetária durante conjunção de planetas

Mercúrio está atualmente a 127 milhões de quilômetros da Terra. Vênus está bem mais longe, a cerca de 219 milhões de quilômetros e apesar disso brilha muito mais. Marte, a 344 milhões de quilômetros brilha bem fraquinho, com magnitude de 1.3 e dependendo das condições do local de observação pode ser bastante difícil de ser visto sem auxílio de algum instrumento. Júpiter é um farol. Mesmo a 870 milhões de quilômetros da Terra, o gigante gasoso brilha tanto que praticamente domina o céu junto de Vênus.

Se você gosta de observar o céu essa é uma grande oportunidade. É só acordar um pouquinho mais cedo e olhar para o quadrante leste, aquele em que o Sol nasce. Os planetas estarão ali desde um pouco antes da alvorada até a hora que o céu já estiver claro o suficiente para ofuscá-los e lembrar-nos que um novo dia se inicia. Bons céus!

Fonte:apollo11.com

Nova classe de planetas é descoberta por astrônomos

Planetas flutuantes livres podem ser mais comuns em nossa galáxia do que as estrelas.

The Drifters [Os Vagabundos]: Nossa galáxia pode estar repleta de mundos andarilhos e sem sol

Um novo tipo de planeta, escuro e solitário, acaba de ser descoberto por astrônomos norte-americanos, japoneses e neozelandeses. Um estudo liderado por David Bennet, da Universidade de Notre Dame (EUA) e publicado nesta quarta-feira na revista Nature, revela uma classe inteiramente nova de astros do tamanho de Júpiter - o maior planeta do nosso Sistema Solar, com massa 300 vezes superior à da Terra. Sua principal característica é que eles estão sozinhos no espaço, muito distantes de sua estrela (planetas sempre orbitam estrelas). Foram batizados como The Drifters [Os Vagabundos].

Para Bennet e seus colegas, esses planetas solitários são como párias espaciais, ejetados de sistemas solares em desenvolvimento. Para realizar o estudo, os astrônomos analisaram uma região do centro da nossa Via Láctea. Pelo menos 10 mundos do novo tipo foram identificados. Esse tipo de astro, por ser pequeno (para a escala do universo), distante e não emitir luz própria, não pode ser observado diretamente. Eles são detectados por inferências matemáticas.

"Nosso estudo sugere que sistemas planetários são lugares muito instáveis, com planetas sendo expulsos devido ao choque de astros", disse Bennet. Em duas décadas o conhecimento sobre planetas aumentou de forma impressionante. Para se ter idéia, não se conhecia nenhum planeta além daqueles que orbitam o Sol. Hoje, mais de 500 dos chamados exoplanetas (fora do nosso Sistema Solar) são conhecidos.

Portal da Ufologia Brasileira, link: http://www.ufo.com.br/noticias/nova-classe-de-planetas-e-

sexta-feira, 6 de maio de 2011

No limite do Sistema Solar


Qual é a nave espacial mais distante da humanidade? Lançada em 1977, a Voyager 1 passou a deter essa distinção em 17,5 bilhões de quilômetros do sol. Isso corresponde a 16 horas de luz ou 117 unidades astronômicas (UA). Este gráfico mostra a posição relativa da Voyager 1 para fora do sistema solar (vista superior e lateral), juntamente com outros candidatos nave espacial distante. Em seguida mais distantes, a Pioneer 10 é cerca de 15,4 bilhões de quilômetros do Sol, mas no lado oposto do sistema solar da Voyager 1. Voyager 2 e Pioneer 11, ambos também muito além da órbita de Plutão, são 14,2 bilhões e 12,4 bilhões de quilômetros do Sol, respectivamente. Ainda de saída para Plutão, a sonda New Horizons está atualmente 3000000000 quilômetros do Sol e vai encontrar o sistema Plutão em julho de 2015. Todas essas naves têm usado sling shot gravidade estilo auxiliar manobras para aumentar sua velocidade através do sistema solar exterior. A Voyager 1 está se movendo mais rápido, porém, fugindo do sistema solar a cerca de 17 quilômetros por segundo. Ainda operacionais, as duas Voyager estão indo em direção a fronteira externa do sistema solar, em busca da heliopausa e o início do espaço interestelar.
Fonte:Astronomy Picture of the Day

sábado, 30 de abril de 2011

Estrela de Órion está diminuindo

Cientistas confirmam 'encolhimento' gradual e ainda inexplicável

No detalhe, Betelgeuse vista através das lentes do telescópio Hubble. Crédito: Hubble/NASA





Órion é uma constelação que as pessoas aprendem a reconhecer desde pequenas. Formada pelas "Três-Marias" e cercada por quatro estrelas de grande brilho, apresenta um desenho simétrico belo e harmonioso, mas alguma coisa bastante estranha está acontecendo ali e uma das estrelas mais conhecidas está simplesmente diminuindo de tamanho.Apesar de estar a 500 anos-luz de distância, Betelgeuse é um dos astros mais brilhantes do firmamento. Classificada como gigante vermelha, a estrela é 900 vezes maior que o Sol e se fosse colocada dentro Sistema Solar cobriria toda a região entre a Terra e o planeta Saturno. No entanto, um estudo recente feito por cientistas da Universidade de Berkeley, nos EUA, mostrou que está diminuindo de diâmetro e nos últimos 15 anos encolheu 15% seu tamanho. O trabalho foi realizado com auxílio de um interferômetro em infravermelho acoplado ao telescópio de Monte Wilson, na Califórnia, e aceito para publicação no periódico científico The Astrophysical Journal Letters. De acordo com Charles Townes, co-autor do trabalho, o raio de Betelgeuse encolheu o equivalente à distância entre Vênus e o Sol. "Vamos observar atentamente a estrela nos próximos anos. É perturbador ver essa mudança acontecendo diante de nossos olhos". Apenas para lembrar, Townes ganhou o Prêmio Nobel de física em 1964 pelos estudos no desenvolvimento do laser e maser, o equivalente do laser no espectro das microondas. Vale ressaltar que apesar do encolhimento, a magnitude luminosa da estrela não se alterou, não sendo detectada redução de brilho significativa. Do ponto de vista observacional ela se apresenta como uma esfera simétrica, mesmo após Townes e seu aluno Ken Tatebe terem detectado um ponto de luz bastante brilhante na superfície estelar. Outro co-autor do trabalho, o pesquisador Edward Wishnow também disse não entender porque Betelgeuse está diminuindo. "Levando em conta tudo que sabemos sobre o universo e as galáxias, existem algumas coisas sobre as estrelas que simplesmente não conhecemos. Uma dessas coisas é sobre o que ocorre quando estrelas gigantes vermelhas como Betelgeuse se aproximam do fim da vida", disse o cientista. Os pesquisadores sabem que o fim de Betelgeuse será na forma de uma cataclísmica explosão chamada supernova, mas não existe consenso sobre quando isso irá ocorrer. Alguns afirmam que as mudanças sejam um sinal de que ela já esgotou todo seu hidrogênio e está na fase de consumir os elementos mais pesados de interior, caminhando para a explosão supernova dentro de 1.000 anos, outros acreditam que deverá sobreviver mais tempo. Uma supernova é um dos eventos astronômicos de maior magnitude. Quando Betelgeuse explodir, seu brilho será 10.000 vezes maior e equivalerá a um pequeno ponto com o brilho da Lua cheia. O fulgor deverá durar alguns meses e poderá ser visto facilmente durante o dia. Em seguida, irá se apagar gradualmente, se transformando em uma estrela de nêutrons com poucas centenas de quilômetros. Quando isso acontecer, a bela constelação de Órion ficará desfalcada de um de seus vértices, tornando as noites de verão e outono ligeiramente diferentes das que estamos acostumados.

Portal da Ufologia Brasileira, link: http://www.ufo.com.br/noticias/estrela-de-rion-esta-diminuindo

terça-feira, 19 de abril de 2011

Caso VASP - Voo 169


No dia 8 de fevereiro de 1982, um avião da VASP, decolou do aeroporto de Fortaleza com mais de 100 passageiros a bordo. No comando do avião havia o comandante Gerson Maciel de Brito, um piloto experiente com milhares de horas de vôo. Entre os passageiros algumas pessoas ilustres, como por exemplo o bispo auxiliar de Fortaleza, Dom José Teixeira e Dom Aloísio Lorscheider, o então cardeal arcebispo da mesma cidade.

O avião, um jato 727-200 (prefixo PP-SNG), decolou de Fortaleza às 01h50 da manhã e subiu ao seu nível cruzeiro. O vôo transcorreu normalmente durante 1 hora e 22 minutos. Faltava apenas 33 minutos para chegar em Petrolina (PE). Eles seguiam pela aerovia UR1 quando o comandante observou à esquerda da sua aeronave um foco luminoso que se assemelhava-se aos focos de luzes de outras aeronaves. O comandante achou muito estranho o fato de não ter sido reportado a presença de outras aeronaves comerciais ou da força aérea voando naquele setor, que seria um procedimento normal.

O Boeing 727-200, prefixo PP-SNG, que foi acompanhado por um OVNI, durante voo, em 2 de fevereiro de 1982, em fotografia alguns meses após o incidente

Neste momento, o comandante sinalizou com o faróis da aeronave buscando comunicação com a aeronave e diminuiu a luminosidade da cabide visando observar melhor o estranho objeto. Se o objeto que acompanhava o boeing fosse um avião comercial ou mesmo da Força Aérea Brasileira haveria uma resposta ao sinal luminoso, o que não ocorreu neste caso. Além da ausência de resposta ao sinal luminoso havia silêncio no rádio de bordo.

O estranho objeto acompanhou o avião à uma distância relativa na mesma velocidade deste. Segundo Brito, o objeto tinha luminosidade compacta, muito viva e bem diferente da produzida pelo planeta Vênus. A coloração do objeto era vermelho e laranja nas bordas e no centro branco-azulado. O OVNI realizava movimentos para cima e para baixo o que exclui a possibilidade de que o mesmo seja o planeta Vênus, como chegou-se a cogitar.

Neste momento, o comandante sinalizou com o faróis da aeronave buscando comunicação com a aeronave e diminuiu a luminosidade da cabide visando observar melhor o estranho objeto. Se o objeto que acompanhava o boeing fosse um avião comercial ou mesmo da Força Aérea Brasileira haveria uma resposta ao sinal luminoso, o que não ocorreu neste caso. Além da ausência de resposta ao sinal luminoso havia silêncio no rádio de bordo.

Quando o vôo 169 passava pela região de Belo Horizonte o comandante Gerson Maciel de Brito resolveu informar os passageiros sobre a presença do estranho acompanhante. Neste momento, o objeto aproximou-se ainda mais do boeing apresentando-se mais nitidamente. Neste momento, o CINDACTA entrou em contato informando ter detectado um alvo não identificado a 9 horas e a aproximadamente 8 milhas de distância (aproximadamente 12 km).

O objeto continuou a ser avistado até as proximidades do aeroporto do Galeão, quando saiu da lateral e posicionou-se à frente do avião. Após o pouso o objeto não foi mais visto. Logo após a experiência, o comandante Brito redigiu um relatório interno da VASP.O estranho objeto acompanhou o avião à uma distância relativa na mesma velocidade deste. Segundo Brito, o objeto tinha luminosidade compacta, muito viva e bem diferente da produzida pelo planeta Vênus. A coloração do objeto era vermelho e laranja nas bordas e no centro branco-azulado. O OVNI realizava movimentos para cima e para baixo o que exclui a possibilidade de que o mesmo seja o planeta Vênus, como chegou-se a cogitar.


wpe2.gif (34685 bytes)

Desenho do Com. Gerson Maciel de Brito representando o que ele, sua tripulação e passageiros testemunharam durante o voo 169


Mais tarde, em comunicação com o CENTRO-BRASILIA eles informaram todos os detalhes do avistamento. O Centro de Controle em Brasília informou que não tinha nenhuma informação a respeito e solicitou que outros aviões voando na região informassem caso avistassem alguma coisa. Um avião da Aerolíneas Argentinas, vôo 169, confirmou a presença do estranho objeto. Mais tarde, outro avião, desta vez da Transbrasil, vôo 177, reportou a presença do estranho objeto.

Trajetória do voo 169 e do OVNI que o acompanhou

Quando o vôo 169 passava pela região de Belo Horizonte o comandante Gerson Maciel de Brito resolveu informar os passageiros sobre a presença do estranho acompanhante. Neste momento, o objeto aproximou-se ainda mais do boeing apresentando-se mais nitidamente. Neste momento, o CINDACTA entrou em contato informando ter detectado um alvo não identificado a 9 horas e a aproximadamente 8 milhas de distância (aproximadamente 12 km).

Trajetória de aproximação do avião e o movimento do objeto durante a manobra

Documentos internos da VASP, relatando o fato


Fonte:http://www.fenomenum.com.br/ufo/casos/nacionais.htm

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Site mostra posição dos planetas em tempo real


Em 3D

O sistema solar não é mais um grande mistério para os usuários da internet. O Solar System Scope (SSS), ou Telescópio do Sistema Solar, é um site criado por quatro fãs de astronomia eslovacos que mostra o espaço em uma animação em três dimensões. No site, o usuário pode mover o sistema solar e observá-lo de diferentes ângulos somente com o movimento do mouse.De acordo com os criadores do site, em entrevista ao Terra, eles trabalham com multimídia para "popularizar a astronomia entre as pessoas, especialmente os jovens". Outro objetivo é oferecer ilustrações de "posições celestiais em tempo real com planetas e constelações, movendo-se sobre o céu da noite". O SSS disponibiliza aos usuários três formas de ver o Sistema Solar. A primeira delas, a visualização Heliocêntrica mostra a movimentação dos planetas em tempo real. Se a data e a hora são modificados, os movimentos dos planetas podem ser observados. Também podem ser configurados os tamanhos dos astros e as distâncias entre eles Outra opção de visualização é a Geocêntrica, que tem as mesmas opções, mas mostra a órbita dos planetas com a Terra como foco central, e não o Sol. A última delas, a visão Panoramática, permite observar constelações a partir de lugares selecionados na Terra. A partir da próxima semana, o SSS promete disponibilizar o "Desktop Clock", que oferecerá os cálculos dos horários de nascer e pôr do sol, horas e datas de mudança de Lua, solstícios e equinócios, períodos em que marcam o início do inverno, e da primavera e do outono, respectivamente. A ferramenta usou cálculos da Nasa, a agência espacial americana, para posicionar precisamente todos os objetos celestiais. Segundo os desenvolvedores do site, a ideia foi fazer um modelo tão amigável que qualquer pessoa pudessem entender o movimento dos planetas e reconhecer as constelações. O site permite também que o usuário calcule a distância entre os planetas em determinado momento."Nós estamos apenas começando, mas queremos melhorar o caráter educacional do projeto. Queremos popularizar a astronomia, especialmente entre os jovens", afirmou Mito Sadlon, líder da equipe que administra o SSS. Mito promete uma versão do sistema em português em breve. O site pode ser acessado pelo endereço http://www.solarsystemscope.com/

MGU-Movimento Gaúcho de Ufologia