sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Estariam os ETs alertando sobre terremotos na Cúmbria, Reino Unido




 Atividade de OVNIs fotografada na Cúmbria em junho de 2009.


Extraterrestres podem estar alertando moradores da Cúmbria (um condado do norte da Inglaterra) sobre possíveis terremotos no Mar Irlandês, de acordo com uma equipe de estudos.
O grupo North West UFO Research relatou que avistamentos naquele país aumentaram face ao terremoto do último mês, levando a alegações de que misteriosas luzes estão prevendo a ocorrência de tremores de terra.
Pat Regan, fundador da NWUR, diz que vários fatos estranhos têm sido reportados em Barrow e Maryport, nas semanas que antecederam o terremoto de 25 de agosto.  Os dois tremores de 3,3 e 2,4 na escala Richter atingiram o Mar Irlanda, e os abalos foram sentidos em Barrow, Blackpool e Fleetwood.
O Sr. Regan, escritor do livro UFO: Search for Truth (OVNI: A Procura pela Verdade – trad. livre n3m3), disse: “Tivemos um grande aumento nos relatos de avistamentos antes do terremoto.  As pessoas estavam nos dizendo que viram objetos voadores no céu durante os meses anteriores.  Parece que grupos de avistamentos de OVNIs ocorreram logo antes das atividades de terremoto.  Eu tenho dito o tempo todo que deve haver algo mais quanto a isso, do que somente coincidência.  Parece haver um padrão.  Isso acontece no mundo todo.  Alguns dias antes do tsunami do Dia do Box, as pessoas relataram ter visto estranhos OVNIs na Índia e na Indonésia“.
De acordo com Regan, os avistamentos de objetos não explicáveis também aumentaram em 2009, logo antes do terremoto de 3,7 graus que atingiu a Cúmbria, com seu epicentro chacoalhando os prédios em Ulverston.
Ele disse: “Exatamente a mesma coisa aconteceu em 2009.  Na época, tivemos avistamentos em Ulverston e Coniston.  Parece ser um fenômeno que ocorre.  O que o causa, ninguém realmente sabe.  É um pouco preocupante, de qualquer forma“.
De acordo com o NWUR, a Cúmbria é um foco de avistamentos de OVNIs, com membros da população submetendo fotografias e vídeo para o site do grupo. Objetos voadores de aparência metálica, círculos estranhos de nuvens e formas misteriosas tem sido avistados no céu daquele condado.
n3m3

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Luzes estranhas filmadas na Rússia



Os avistamentos desta categoria OVNI são cada ves mais frequentes. Apelidados por alguns como "esferas de fogo" dada a sua forma e cor alaranjada, é um fenómeno que continua por explicar aos olhos da ciência, levantando já por diversas vezes algumas teorias, sendo uma delas, a possibilidade de ser uma sonda extraterrestre ou um fenómeno natural ainda não explicável cientificamente.
Neste vídeo conseguimos ver claramente o OVNI, filmado durante um acampamento na Rússia, na extremidade oposta do lago, que neste caso dividia o Objecto filmado da pessoa que captou estas imagens.
No resultado final, dada a boa qualidade da câmera de filmar, conseguimos obter imagens com grande nitidez deste objecto, que acaba por desaparecer ao fim de sensivelmente um quarto de hora, após o seu primeiro avistamento. 

Fonte:Luzes do Norte

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Explosão estelar pode até ser vista a olho nu



No fim da semana passada, um astrônomo amador japonês tirava fotos de uma região do céu quando descobriu uma estrela que não constava das cartas estelares. Era uma nova.
Localizada próxima à constelação do Golfinho e com magnitude estimada entre +4 e +5, ela está neste momento visível no céu noturno até mesmo a olho nu, para quem se localiza distante da poluição luminosa das grandes cidades. Com um binóculo, até mesmo sob o véu alaranjado do céu paulistano é possível vê-la.
O surgimento de uma nova visível a olho nu é um fenômeno em geral imprevisível, que acontece em média a cada duas décadas. Ninguém sabe exatamente onde ou quando vai rolar, até que alguém que presta atenção no céu a identifica. Por sorte, Koichi Itagaki, em Yamagata, Japão, tirou duas fotos da mesma região do céu entre os dias 13 e 14 de agosto. Na primeira, nada se via onde, no dia seguinte, apareceu um astro extremamente brilhante, se comparado às vizinhas imediatas. Estava, portanto, identificado o astro que ficou conhecido como Nova Delphini 2013.
Agora, se você pensa que, por ter esse nome, o objeto se trata de uma novidade, está redondamente enganado. Mas tudo bem, não se sinta mal por cometer esse erro. Os maiores astrônomos do século 16 também o cometiam, e foi por isso que eles assim batizaram o fenômeno.
Também, como eles poderiam saber do que realmente se tratava, sem entender nada sobre o que fazia as estrelas “funcionarem”? Um astro que aparece de uma hora para outra no céu só pode ser uma nova estrela, certo?
Na verdade, as novas são estrelas que já até morreram de velhas e são momentaneamente trazidas de volta à vida por roubar um pouco de massa de uma vizinha próxima. Ou seja, uma espécie de Frankensteins cósmicos.
Para entendê-las, basta pensar no que será do Sol no futuro. Hoje, ele é uma anã amarela de meia idade, consumindo hidrogênio a todo vapor. Em mais uns bilhões de anos, o combustível vai se esgotar e ele vai se tornar uma gigante vermelha — inchado, mais frio e com uma atmosfera mais tênue.Depois de algum tempo como gigante vermelha, toda e qualquer reação nuclear será impossível. A atmosfera inchada será soprada para o espaço e o que sobrar, o núcleo, será comprimido violentamente pela gravidade e virará um cadáver estelar conhecido como anã branca.
Pois bem, uma nova acontece em sistemas binários, em que uma das estrelas já virou uma anã branca e a outra está a caminho de virar, como gigante vermelha (em alguns casos pode até ser uma estrela normal, dita pelos astrônomos “na sequência principal”).
A menor acaba roubando paulatinamente gás da atmosfera inchada da maior. Esse processo acontece por um certo tempo até que o aumento de massa na anã branca gera uma reação explosiva — uma rápida atividade de fusão nuclear que momentaneamente traz a antiga estrela de volta à vida. Seu brilho aumenta agressivamente e ela passa a ser visível, mesmo a grandes distâncias.É isso que está rolando na Nova Delphini 2013. Ela não chega a ser uma supernova, cuja reação é bem mais violenta, mas o suficiente para propiciar um espetáculo. E ela pode voltar a se repetir periodicamente no futuro, caso a anã branca continue a chupinhar matéria de sua vizinha (por isso há casos em que o disparo de uma nova pode ser previsível).
Hoje em dia, estudar esses astros ajuda a compreender esses cadáveres estelares resultantes da morte de estrelas como o Sol. Mas, no passado, a simples descoberta de uma nova ajudou a transformar a ciência astronômica.
UM POUCO DE HISTÓRIA
Em 1572, o famoso astrônomo dinamarques Tycho Brahe identificou uma nova e estudou seu comportamento ao longo dos meses seguintes. Com isso, constatou que o objeto estava muito distante da Terra, além da órbita da Lua. Era uma quebra de paradigma com relação ao que antes se pensava sobre o cosmo. Até então, os estudiosos do céu seguiam o pensamento de Aristóteles. o velho grego sugeria que o firmamento era eterno e imutável, e as coisas só sofriam transformações na esfera sublunar — ou seja, da Lua para baixo. Ao descobrir uma novidade no céu e mostrar que ela estava mais distante do solo que a Lua, Tycho começou a quebrar esse conceito.
Por sorte, em 1604, outra nova apareceu para reforçar essa ideia e foi estudada a fundo pelo sucessor do dinamarquês, Johannes Kepler. Essa foi tão espetacular que durante três semanas chegou a ser visível até à luz do dia!Ambos eventos hoje foram reclassificados como supernovas, e os astrônomos vivem apontando seus telescópios para elas para ver o que sobrou do fenômeno que foi visível 400 anos atrás. Convenhamos, há um certo charme em continuar uma pesquisa que foi iniciada pelos pais da astronomia moderna.
Quanto à Nova Delphini 2013, ela é um ótimo lembrete de que sempre há coisas interessantes rolando lá em cima, e que a curiosidade que o céu desperta no ser humano é uma das coisas que rotineiramente o obrigam a pensar em como o mundo funciona.
PARA OBSERVAR
A Nova Delphini deve ir reduzindo de brilho nos próximos dias. O melhor jeito de achá-la, sobretudo nas grandes cidades, é com um binóculo.
A referência celeste mais fácil consiste em buscar, no horizonte norte, entre 21h e 22h, um trio de estrelas brilhantes — Vega, Deneb e Altair. Elas formam um triângulo, e a nova está no caminho entre Altair e Deneb, um pouco fora da reta.
Fonte:Folha de São Paulo

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Ufologia e Astronomia em foco

A cada segunda quinta-feira do mês, o Ceuva tem um espaço na Rádio AM 910, para divulgar seu trabalho e relatar seus conhecimentos em Ufologia e Astronomia. A cada programa um assunto distinto é discutido e esse espaço é valioso por podermos compartilhar informações interessantes nessas áreas,

Crédito foto: Aldair Fischer

terça-feira, 2 de julho de 2013

Kapustin Yar, a “Area 51″ russa

A base militar mais famosa do mundo é a Area 51, localizada no Deserto do Nevada (EUA). Oficialmente, é um complexo de testes militares, de aeronaves e armamentos. Muitas pessoas acreditam que a Area 51 abrigue destroços de objetos voadores não-identificados (OVNIs), assim como corpos de supostos extraterrestres.
Kapustin Yar
Kapustin Yar vista do Google Earth
Conspirações à parte, a Area 51 não é a única base militar secreta. Como não podia deixar de ser, a Rússia também abriga uma, talvez até mesmo mais misteriosa que a norte-americana. É o Cosmódromo de Kapustin Yar, localizado à 100km de Volgogrado, antiga Stalingrado.
A Kapustin Yar foi construída em 1946 pela URSS, que visava o estudo de armas com propulsão a jato. Assim como a Area 51, é uma instalação ultra-secreta, o que levanta diversas hipóteses sobre aquilo que realmente se passa por lá.
A primeira missão oficialmente atribuída à Kapustin Yar foi a avaliação de materiais capturados do exército alemão durante a Segunda Guerra Mundial. Entre esses materiais, estavam 22 foguetes A-4 (V-2), cuja tecnologia foi de suma importância para os soviéticos, já que todos os cientistas da Alemanha Nazista se renderam aos norte-americanos, com a derrota alemã ao término da guerra.
No final dos anos 1950, os soviéticos realizaram testes atmosféricos com 11 bombas nucleares (de baixa potência) em regiões próximas à base. Em meados dos anos 1960, Kapustin Yar se tornou um cosmódromo, e permanece sendo até hoje.
Znamensk, esse é o nome de uma cidade secreta localizada próxima ao cosmódromo. Foi erguida para abrigar os cientistas, militares e outros envolvidos em missões da base. Zitkhur, uma cidade próxima, foi totalmente demolida para evitar curiosos nas proximidades. O acesso à Znamensk é muito restrito, e acredita-se que a cidade tenha acesso subterrâneo até Kapustin Yar.
Foguete em Kapustin Yar
Milhares de mísseis foram desenvolvidos e testados na base russa. Além disso, a grande maioria dos satélites da série Cosmos, apresentada por Carl Sagan, foi lá criada também.
Serviços de inteligência ocidentais, como a CIA, RAF e USAF, realizaram voos sobre Kapustin Yar, recolhendo muitas informações, fotos e documentos sobre a base ao longo os anos. Todo esse material foi sempre mantido em sigilo absoluto, o que faz muitos teóricos da conspiração relacionarem a base com incidentes OVNIs que aconteceram ali próximo.
O mais famoso desses casos é o denominado Roswell Russo, uma alusão ao caso mais famoso que aconteceu no Deserto do Nevada, EUA. Em 1948, um OVNI cilíndrico sobrevoava Kapustin Yar quando foi avistado pelos operadores de radar da base. Posteriormente, uma interceptação teria sido realizada, durante uma batalha de 3 minutos.
Segundo relatos, o OVNI emitiu uma forte luz quando foi atingido por um míssil, derrubando-o. Diferentemente do Caso Roswell norte-americano, o russo não foi noticiado pela imprensa. Acredita-se que a nave e até mesmo seus tripulantes tenham sido levados para o subterrâneo de Kapustin Yar, com seus 40 metros de profundidade.

Fonte: MistériosdoMundo.com