quarta-feira, 6 de outubro de 2010

O Tamanho do Universo

Muito bom,mostra como somos pequenos neste vasto Universo

Fonte: Museu Americano de História Natural

sábado, 2 de outubro de 2010

Se houver um anti-universo, novo detector será capaz de encontrá-lo



Se o anti-universo, muitas vezes evocado na ficção científica, realmente existir, um detector de partículas enorme a ser montado na Estação Espacial Internacional no próximo ano vai ser capaz de prová-lo.
A máquina de 8,5 toneladas métricas, Espectrômetro Magnético Alfa (EMA), foi carregada em um avião de carga no aeroporto de Genebra. O líder do estudo disse que o programa de pesquisa de 20 anos vai ajudar os cientistas a dar um enorme passo na compreensão do cosmos.
Se houver um anti-universo lá fora, além da borda do nosso universo, o detector espacial vai ser capaz encontrá-lo e trazer sinais de sua existência para nós.
O projeto envolve cerca de 500 cientistas e técnicos em volta do globo. Os cosmólogos dizem que a matéria e a anti-matéria – que se aniquilam mutuamente em contato, liberando energia – devem ter sido feitas em quantidades iguais pela explosão do Big Bang, há 13,7 bilhões de anos atrás. Mas o Universo que surgiu é esmagadoramente constituído de matéria.
Os cientistas esperam que o EMA encontre pistas para o que aconteceu com a anti-matéria, e descubra se existem outros lugares que são quase inteiramente anti-matéria na borda do universo conhecido. Se achá-lo, ele também poderá trazer uma imagem de espelho do local e de tudo o que houver nesse anti-universo, incluindo vida.
Entretanto, o objetivo principal do detector, que tem um ímã super-alimentado em seu núcleo, é “caçar o misterioso escuro”, ou invisível; a matéria que, juntamente com a energia escura, compõe cerca de 95% do universo conhecido.
Os cientistas também esperam que o EMA forneça o conhecimento detalhado da energia cobrada dos raios cósmicos, um campo inexplorado de pesquisa que só pode ser realizada no espaço.
A exploração pode causar muitas surpresas, já que os pesquisadores afirmam que nunca estiveram tão conscientes de sua ignorância, de que não sabem nada do Universo.
Em fevereiro, o detector será carregado em um ônibus espacial e entregue em uma estação espacial em um vôo especial aprovado pelo congresso americano.
O EMA foi desenvolvido por uma equipe internacional, e os custos do projeto, atualmente estimado em cerca de 3.52 bilhões de reais, estão sendo cobertos por 16 países, principalmente da Europa, com participação dos Estados Unidos e da China. [MSN]


quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Planeta similar à Terra é descoberto e tem potencial para conter vida

Detecção foi feita por equipe de astrônomos norte-americanos.Astro está localizado a 20 anos-luz de distância do Sol.

Um astro com apenas três vezes a massa da Terra foi detectado a 20 anos-luz, orbitando uma estrela da constelação de Libra conhecida como Gliese 581, uma anã vermelha. Astrônomos da Universidade da Califórnia e da Carnegie Institution de Washington afirmam que o planeta é o primeiro a apresentar potencial real para conter vida.

A descoberta foi divulgada nesta quarta-feira (29) pela Fundação Nacional de Ciência dos Estados Unidos. O astro, chamado Gliese 581g, fica em uma região na qual os astrônomos julgam que um planeta pode apresentar água líquida para formar oceanos, rios e lagos. No local, a distância da estrela permitiria um ambiente com clima ameno, nem tão frio, nem tão quente
orbita a estrela Gliese 581, a apenas 20 anos-luz de distância da Terra. (Crédito: AP / Zina Deretsky / National Foundation of Science)

A órbita do planeta ao redor da estrela Gliese 581 dura pouco mais de um mês terrestre, com as possíveis estações de ano durando apenas dias.
Não é o primeiro planeta a ser descoberto na "zona habitável" da estrela. Em 2007, um outro exoplaneta, localizado próximo a mesma estrela, foi catalogado, também com potencial para ser conter vida.
Cientistas também estimarm que a temperatura média na superfície varia de 31 a 12 graus Celsius negativos. A equipe também afirma que o planeta orbita com uma face sempre voltada à estrela, de forma similar a como a Lua sempre mostra uma face à Terra.

Para os astrônomos, o planeta pode "sustentar vida", o que significa que ele tem potencial para reunir condições de vida. Os seres vivos podem não ser necessariamente parecidos com humanos.

Segundo Steven Vogt, coordenador da pesquisa que contou com 11 anos de trabalho no Observatório W. M. Keck, localizado no Havaí, a descoberta é um indício de que podem existir muitos outros corpos similares no Universo. O exoplaneta ao redor de Gliese 581 é encarado como o primeiro com potencial real para apresentar vida.

Os resultados serão publicados na revista científica Astrophysical Journal, mas estão disponíveis online no site arXiv.org. Até setembro, 490 planetas foram descobertos fora do Sistema Solar.

Fonte: http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/09/planeta-com-tamanho-e-atmosfera-similares-terra-e-descoberto.html

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Descubra os maiores mistérios da humanidade


“Há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe a nossa vã filosofia”. Quando William Shakespeare escreveu tal frase, para sua criação ‘Hamlet’, afirmou que o homem é muito insignificante para acreditar que está completamente sozinho e certo de tudo neste amplo universo.
A verdade é que existem grandes mistérios que mesmo hoje, com tantas tecnologias e modernidades não foram em nada resolvidos. Conheça agora com o Na Mira, seis dos maiores fenômenos não solucionados nem pelos melhores estudiosos do mundo:
Cabelos de anjo :O nome ‘cabelo de anjo’ foi dado para uma substância misteriosa que cai do céu e desaparece ao menor contato físico. A sua denominação deve-se a sua semelhança com fio brancos e finos.
A ocorrência deste fenômeno foi encontrada em diversas partes do planeta, principalmente em locais como EUA, Europa e Austrália. Muitos acreditam que trata-se de um conteúdo oriundo de discos voadores, visto que quando os mesmo são encontrados, relata-se também o aparecimento das naves.
Alguns cientistas explicam que na realidade os ‘cabelos de anjo’ são pedaços de teias de aranha, o que depois foi negado visto que seu aspecto é completamente sintético.




Linhas de Nazca :Desenhadas na planície do deserto de Nazca, no Peru, estão gigantescas figuras difíceis de ver ou perceber do chão. Nada se sabe sobre quem as criou, nem por que e como.
Os desenhos, que podem chegar até 270 metros de comprimento, representam figuras detalhadas, geralmente animais ou plantas, ou padrões geométricos e se tornaram sensação quando foram sobrevoadas de avião pela primeira vez na década de 1930.
Alguns estudiosos acreditam que as figuras têm razões religiosas e foram criadas de tal forma para que os deuses pudessem lê-las. Outros acham que são desenhos astronômicos, que poderiam ser usados como calendários e para registrar a órbita de alguns planetas.




A morte de Jeannie Saffin

Em 1982, Jeannie Saffin estava sentada na cozinha de sua casa quandp algo de extremamente estranho começou a acontecer. A senhora de 61 anos, com a idade mental de uma criança de 6, começou a queimar espontaneamente. Seu pai, que estava perto dela, não pode fazer nada ao ver a filha coberta por chamas inexplicáveis.
Ele disse mais tarde em seu depoimento, que Jeannie não emitiu um ruído sequer e que o fogo parecia ter saído mais das suas mãos e rosto. “Era como um dragão soltando fumaça pela boca”. Revelou o Sr. Saffin. Os policiais que investigaram ao caso, nada puderam concluir. Apenas que a pobre Jeannie queimou de dentro para fora.

O Manuscrito de Voynich

O Manuscrito de Voynich é um documento medieval ilustrado escrito em uma linguagem desconhecida.O documento foi batizado com o nome do americano de descendência polonesa Wilfrid M. Voynich, um comerciante de livros antigos que adquiriu o manuscrito em 1912 de uma escola jesuíta localizada nas proximidades de Roma.
Pesquisas posteriores apontaram para evidencias de que o primeiro proprietário do manuscrito poderia ter sido o Imperador Rodolfo II da Boêmia. Conhecido como um dos monarcas mais excêntricos da história da Europa. Desde sua aquisição em 1912 o manuscrito passou pelas mãos de vários especialistas. Criptologistas ingleses e americanos, especializados em quebrar códigos nazistas durante a Segunda Guerra, tentaram em vão decifrar se conteúdo.
Evidências sugerem que o livro teria sido produzido no século XVII. Um estudo de suas ilustrações indica que o manuscrito possa ser dividido em seis partes: ervas, astronomia, biologia, cosmologia, farmácia e receitas



Chuva vermelha em Kerala


Entre julho à setembro de 2001, ocorreram vários episódios de uma chuva vermelha na cidade de Kerala, na Índia. Chuvas de cores amarelas e pretas foram também igualmente testemunhadas por moradores locais. Tais fenômenos foram acompanhados de eventos estranhos, ao exemplo de estrondos e brilhos desconhecidos, além de arbustos e arvores inteiras queimadas ou ressecadas.
De acordo com o governo indiano, estes fatos aconteceram graças aos esporos de algas vermelhas conduzidos pelo ar. Os cientistas Louis e Kumar, da Universidade Mahatma Gandhi, em Kottayam, acreditam que as partículas são de origem extraterrestre. Segundo eles a região teria sido atingida por um cometa (o que explica o clarão e o estrondo) que liberou as partículas na região.
A dupla concluiu que os microorganismos encontrados na chuva são de origem orgânica e apresentam características bastante particulares, como a capacidade de se desenvolver a 300ºC. Até hoje os cientistas não entraram em um consenso.


Sinal WOW!

Na noite de 15 de agosto de 1977 o astrônomo Jerry Ehman, da Universidade de Ohio observava a saída dos dados que informavam a potência e a duração dos sinais recebidos pelo radio telescópio Big Ear. O telescópio fazia parte do projeto SETI que varre o céu em busca de sinais de inteligência extra-terrestre.
A maior parte dos sinais já era de conhecidos objetos celestes naturais que produzem sinais de rádio como galáxias e satélites, mas então repentinamente um pequeno sinal começou a crescer até atingir seu máximo e então decrescer e sumir.
No total o sinal teve um tempo de duração de 72 segundos, mas o mais surpreendente era sua intensidade, era tão forte que o a agulha extrapolou os limites o papel de registro.Completamente atônito, sem muito tempo para pensar em descrições cientificamente precisas, Ehman escreveu ao lado do código que representava, na impressão feita pelo computador, a intensidade do sinal: WOW!
O sinal de 420.456 MHz foi o mais forte capturado pelo radio telescópio em 14 anos de operação. O tempo de sua duração também chamou atenção. Setenta e dois segundos é exatamente o tempo que a rotação da Terra levaria pra girar o telescópio através de um sinal vindo do espaço. O sinal foi captado vindo da região da constelação de Sagitário.
Até hoje nenhuma teoria conseguiu explicar a origem do sinal.

Fonte: http://imirante/. globo.com/ plantaoi/ plantaoi. asp?codigo1= 197298


quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Força misteriosa está trazendo uma sonda de volta ao Sistema Solar


Você lembra da Pioneer 10? Ela é uma sonda espacial que deixou o Sistema Solar em 1983. Pois bem, cientistas perceberam que a sonda está sendo empurrada de volta para o nosso sistema, por alguma força misteriosa.Inicialmente, os astrônomos pensaram que a sonda estava voltando por causa do impulso que uma sobra de gás nos motores da Pioneer que estivesse escapando causaria. Mas a força é praticamente constante. Outras possibilidades como radiação solar e gravidade também foram descartadas.A força misteriosa é 10 milhões de vezes mais forte do que a gravidade e os cientistas estão acreditando que possa se tratar de uma “nova força da natureza”, desconhecida até então.A velocidade da sonda, que é, atualmente, 43 mil quilômetros por hora e parece estar diminuindo 9 quilômetros por hora, mas a cada século.A Pioneer está fazendo os cientistas questionarem o conhecimento que temos sobre a gravidade e o universo. Fonte - hypescience.com

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Diretor de planetário orienta como utilizá-los


Planetários são ótimos recursos para ensinar e aprender conceitos científicos sobre os astros, seus movimentos, natureza e 'Astronomia de Posição'

“Um planetário, com sua capacidade de projetar um céu virtual em sua cúpula, podendo fazer com que o público sinta-se contemplando e viajando sob um magnífico céu estrelado, é capaz de propiciar uma experiência única e encantadora, na qual a beleza do céu e das imagens astronômicas, somada a outros efeitos sonoros e visuais, pode ser usada para, ao mesmo tempo, transmitir conhecimento e produzir encantamento”. As explicações são do professor Sérgio Bisch, do Departamento de Física da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e atual diretor técnico-científico do Planetário de Vitória. Sérgio estará em Campo Grande (MS), em outubro, para participar do 10º Encontro Regional do Ensino de Astronomia (X EREA), em que vai ministrar a palestra O Papel dos Planetários no Ensino de Astronomia.Segundo Bisch, os planetários, de uma maneira geral, têm uma dupla função: a primeira é ensinar astronomia e ciências correlatas e, a segunda, é motivar estudantes, professores e o público em geral, para o ensino e a aprendizagem desta modalidade e da ciência de um modo geral. “É um ótimo recurso para ensinar conceitos científicos sobre os astros, seus movimentos e natureza e, em especial sobre uma parte da Astronomia denominada ‘Astronomia de Posição’, que estuda e descreve o chamado movimento aparente dos astros, ou seja, que eles apresentam quando observados a partir da Terra, pois um planetário permite simular o céu e os movimentos dos astros como são vistos de qualquer ponto da superfície da Terra, em qualquer tempo, presente, passado ou futuro. Por essas duas razões principais - o ensino, e a motivação para o ensino e a aprendizagem - um planetário se constitui num recurso extremamente útil e eficaz para educação da astronomia”, explica.Em sua experiência como diretor do planetário de Vitória, ele afirma que o público atendido na categoria turmas de escolas é bem maior que na do público em geral, como acredita que deve ser na maioria. Observa que, nas escolas que visitam o planetário, sobretudo as que costumam fazer isso de maneira mais sistemática, a inserção efetiva e motivação para abordagem de conteúdos de astronomia que, de outra forma, seriam superficialmente apresentados, ou talvez sequer fossem trabalhados com os estudantes, passa a ser bem maior. “Já houve pelo menos um caso em que, graças à assessoria do recinto, a astronomia foi tomada como eixo temático para o desenvolvimento de um projeto pedagógico na área de ciências na escola, o que é perfeitamente possível e apropriado, dada a grande interdisciplinaridade nela presente.”Com relação às escolas públicas, o professor considera que a maior deficiência encontrada hoje no ensino de ciências é a carência de infraestrutura adequada, seja material, como a falta de instalações físicas adequadas, laboratórios e equipamentos para o ensino científico, como de recursos humanos, pois a formação de grande parte dos professores das escolas públicas ainda é bastante deficiente. “Em geral, o ensino de ciências ainda é muito livresco, sendo o livro didático a grande referência utilizada pelo professor para o seu trabalho. É justamente neste ponto que os planetários, enquanto instituições, podem dar, acredito eu, sua maior contribuição para a melhoria da qualidade do ensino científico em nosso país: sendo referências às quais as escolas e professores possam recorrer para aprimorar tanto as atividades de ensino, como a própria formação dos professores na área da astronomia e disciplinas correlatas”.Bisch acha essencial o papel que pode ser desempenhado pelas universidades. Cita o caso da UEMS, que possui um planetário móvel no campus de Dourados, o único de Mato Grosso do Sul. “Não tenho a menor dúvida de que esta região, por mais carente de recursos que seja, se contar com uma mobilização dos recursos humanos da universidade (professores e/ou estudantes), numa chamada atividade de extensão, orientando e promovendo o trabalho junto à comunidade, certamente isto constituirá um fantástico incentivo para que professores e alunos da região ensinem e estudem, mais e melhor, astronomia. Sendo as universidades as grandes referências que temos em nosso país em termos de conhecimento, sua participação no esforço em prol da melhoria da Educação Básica é primordial”.