quarta-feira, 11 de maio de 2016

NASA encontra mais de 1.284 novos planetas




NASA anunciou nesta terça-feira (10) que a Missão Kepler, cujo objetivo é procurar por planetas parecidos com a Terra fora do Sistema Solar, encontrou mais 1,284 planetas, o maior número até o momento. Ao longo dos últimos quatro anos, a sonda tem monitorado 150 mil estrelas em um pedaço do céu, analisando as variações no brilho de cada uma delas que pode indicar a passagem de um planeta.
"Esse anúncio dobra o número de planetas confirmados pela Kepler", disse Ellen Stofan, cientista da NASA. "Isso nos dá esperança de que, em algum lugar por ai, em torno de uma estrela parecida com a nossa, consigamos encontrar uma outra Terra."
A partir dos dados coletados pela sonda Kepler foram identificados 4,302 possíveis planetas. Após serem analisados pelos cientistas da Missão, foi constatado que, entre os objetos encontrados, somente 1,284 têm 99% chances de ganharem o status de planeta. Outros 1,327 podem ser planetas, mas precisam ser mais estudados; 707 deles provavelmente são fenômenos astrofísicos. Os 984 restante são corpos previamente encontrados por meio de outras técnicas.
SAIBA MAIS
informa que missões futuras serão necessárias para descobrirmos se estamos ou não sozinhos no universo."
Os resultados foram publicados no The Astrophysical Journal. No estudo, Timothy Morton, pesquisador da Universidade Princeton, nos Estados Unidos, explica que utilizou uma análise estatística para entender quais objetos tinham mais chances de serem planetas. "Candidatos a planetas são como migalhas de pão. Se você derruba algumas no chão, pode pegar uma por uma. Mas, se você derrubar todas, precisará de uma vassoura. A análise estatística é a nossa vassoura", compara Morton.
De acordo com as estimativas dos cientistas, 550 dos novos planetas encontrados são rochosos como a Terra — nove deles se encontram nas zonas habitáveis de seus sóis. "Esse trabalho nos ajudará a ir mais a fundo e compreender quais estrelas possuem planetas habitáveis do tamanho da Terra — um número necessário para desenvolver missões futuras para encontrar ambientes habitáveis e mundos vivos", afirma a cientista Natalie Batalha, que participou da pesquisa.
Fonte: Galileu

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Fenômeno no céu da Flórida – Provável foguete

No dia 2 de Setembro por  volta das 6 horas da manhã, várias pessoas distintas, em diferentes localidades, filmaram um estranho fenômeno no céu da Flórida, nos Estados Unidos. Uma delas filmou apenas o que parece ser um grande e inusitado rastro de fumaça no céu ainda escuro, no entanto outras testemunhas filmaram um objeto, aparentemente esférico, criando este enorme rastro esfumaçado em sua retaguarda.
O objeto começa com uma cor esbranquiçada, fica azulado e logo desaparece. Não sabemos ainda se pode ser algum lançamento de foguete que tenha falhado, algum lixo espacial entrando na atmosfera, um meteorito também entrando na atmosfera ou algo desconhecido e extraterrestre. Enfim, não sabemos o que é, mas a hipótese de FOGUETE é a mais forte, pois a ABC Action News disse tratar-se do foguete Atlas V.

Seguem vídeos:

Fonte:http://www.etseetc.com/2015/09/fenomeno-no-ceu-da-florida-provavel-foguete/

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Iniciando as atividades em 2015

O Ceuva iniciou suas atividade em 2015 no dia 12 de Fevereiro com uma palestra na Biblioteca Pública Municipal de Venâncio Aires. Na oportunidade foi feito um relato resumido das principais evidências ufológicas no decorrer dos tempos, como imagens em petróglifos, desenhos renascentistas de objetos voadores semelhantes a discos voadores e casos ocorridos no Brasil e no mundo. Mais de 22 pessoas compareceram neste evento promovido pelo Ceuva. Ao decorrer do ano vamos promover mais eventos aberto ao público, como também continuar com as pesquisas de campo, visto que, casos interessantes estão sendo coletados.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

PARA STEPHEN HAWKING: ALIENS VÃO TENTAR DOMINAR O NOSSO PLANETA

De acordo com o físico, não devemos contar com extraterrestres como os de Spielberg e sim esperar uma aproximação como a exibida pela série de TV “V”. Se ETs realmente existirem, eles irão querer dominar o planeta.
Para Hawking se eles saíram de sua Terra natal para visitar outros planetas é porque estão tentando explorar ou colonizar outros lugares.
Stephen Hawking tem 68 anos e sofre de uma doença neuro-motora que limitou seu controle sobre a fala e sobre o movimento – mas isso nunca o impediu de contribuir para a comunidade científica.
Ultimamente, ele está finalizando uma série de TV chamada “Stephen Hawking’s Universe” (o Universo de Stephel Hawking), que irá estrear na Discovery americana dia 9 de maio. Ainda não há previsão de quando a série será transmitida no Brasil.
Na série ele dá as suas opiniões sobre como seria a vida extraterrestre. Hawking sempre acreditou que os aliens existem – pelo universo ter centenas de milhões de estrelas, com planetas orbitando ao seu redor, os números tornariam impossível que a vida fosse exclusividade da Terra.
Segundo Stephen o problema não é saber se existe vida extraterrestre, mas sim como ela seria. Ele aposta que as espécies não seriam tão exóticas assim, se parecendo com as criaturas que encontramos na terra (desde bactérias a animais mais complexos). O físico admite a possibilidade de que há vida inteligente lá fora e declara, também, que tem medo disso.
Na visão de Hawking os aliens seriam criaturas em busca de colônias, o que os tornariam parecidos com os ETs que conhecemos no cinema. “É só olhar para nós mesmos e podemos perceber como a vida pode evoluir. E ela pode evoluir em algo que não queremos conhecer. Os aliens podem ter naves enormes e terem esgotado os recursos de seu planeta, se tornando nômades que buscam uma nova casa” declara.
Ele também diz que enquanto nós colonizamos e conhecemos melhor o espaço, devemos evitar o contato com ETs. “Se encontrarmos ETs ou se ETs nos encontrarem imagino que será como quando Colombo encontrou a América. E o resultado não foi muito bom para os americanos nativos” diz Hawking.Image title



Noticias GS

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Dia ensolarado na praia, em Titã

Um mar alienígena, composto por uma mistura viscosa de metano e etano líquidos, além de outros hidrocarbonetos, a uma temperatura de 180 graus abaixo de zero. Mas ainda assim, indiscutivelmente, um mar. A reflexão da tênue luz solar sobre a superfície líquida, recém-capturada de forma espetacular pela sonda Cassini, da Nasa, não deixa dúvidas.
Composição da imagens da sonda Cassini revela reflexo do Sol nos mares de Titã.
Composição da imagens da sonda Cassini revela reflexo do Sol nos mares de Titã.
Bem-vindo a Titã, a maior e mais impressionante das luas de Saturno, recoberta por uma atmosfera que só permite a observação da superfície em infravermelho, e ainda assim apenas em “janelas” de frequências muito estreitas.
Quando as sondas Voyagers passaram por lá, no início da década de 1980, esperava-se que elas fossem revelar a natureza desse mundo tão curioso. Contudo, a névoa densa que recobre toda a superfície impediu qualquer observação detalhada. O que, por si só, já é uma estranheza. Como Titã conseguiu manter uma atmosfera mais densa que a nossa, mesmo tendo menos da metade do diâmetro da Terra?
Ninguém sabe a resposta certa, mas uma das possibilidades é de que Saturno, dez vezes mais distante do Sol que a Terra, tenha tão pouca energia solar disponível que o frio ajude a conservar o ar. Quanto menos energia, menos agitação das partículas. Menos agitadas, elas atingem com menos frequência a velocidade de escape. Ficam, portanto, presas à lua, mesmo que a gravidade não seja lá grande coisa – bem menos intensa que a de Marte, por exemplo, que tem uma atmosfera, mas muito menos densa que a de Titã.
Outra coisa que chama atenção na lua saturnina é a composição atmosférica. Na porção mais próxima da superfície, ela tem 95% de nitrogênio e 5% de metano. Nitrogênio é também o gás predominante no ar terrestre (aqui corresponde a 80% do total). Já metano é um composto orgânico, muitas vezes associado à vida, que não sobrevive na atmosfera a não ser que seja reposto de forma contínua.
Essa composição faz de Titã um alvo preferencial dos cientistas para o estudo de química prebiótica, ou seja, capaz de dar origem à vida. Análises feitas pelas Voyagers e pela Cassini mostram que há grandes quantidades de moléculas orgânicas mais complexas na atmosfera.
As nuvens de Titã não entregam nada; veja Saturno ao fundo. A lua cinzenta menor é Dione.
As nuvens de Titã não entregam nada; veja Saturno ao fundo. A lua cinzenta menor é Dione.
TERRA CONGELADA
Ao menos nesse sentido, Titã poderia ser imaginado como uma versão da Terra primitiva que acabou “congelada” no tempo, diante do frio que faz nas profundezas do Sistema Solar. Poderia evoluir lá a série de reações químicas que culminam com a vida, tal qual a conhecemos?
Muito provavelmente, não. A temperatura da superfície de Titã é de 179 graus negativos, medida pela sonda europeia Huygens, que pousou lá em 2005, depois de uma viagem de sete anos acoplada à americana Cassini. Estamos falando de um frio tão intenso a ponto de água existir apenas como rocha sólida. O cenário em torno da Huygens mostrou diversas pedras arredondadas e brancas – gelo de água, tão duro quanto granito na Terra.
Não escapou aos cientistas o fato de as rochas serem arredondadas, como pedras de rios. E aí entra outro aspecto tão interessante quanto estranho de Titã: ele é o único corpo do Sistema Solar, além da Terra, a ter um ciclo hidrológico. A temperatura é tal que metano, em vez de água, pode estar ora em estado líquido, ora em estado gasoso. Ou seja, metano evapora e chove, e Titã tem vários lagos e pequenos mares dessa substância em sua superfície. Tão familiar e tão bizarro, tudo ao mesmo tempo.
Especula-se que, sob a atmosfera e a superfície congelada, Titã possa, a exemplo de outros mundos do Sistema Solar exterior, ter um oceano de água líquida, talvez misturado a amônia (que reduziria a temperatura de congelamento), mantido aquecido pelo efeito de maré. Não está descartada a presença de criovulcanismo – vulcões que expelem lava de água de vez em quando na superfície.
Será que, num passado remoto, esse oceano pode ter estado diretamente exposto à atmosfera, em forma líquida? Estudos feitos por Brett Bladman, da Universidade da Columbia Britânica, em 2006, mostram que pedras ejetadas da Terra por impactos de asteroides poderiam chegar a Titã.
“Micróbios da Terra podem ter sido levados à superfície de Titã”, afirma Ralph Lorenz, cientista britânico que participa da missão da Cassini, complementando que a chance de isso ter acontecido é baixíssima. “Se [os micróbios] calharam de pousar durante os primórdios de Titã, quando o oceano de água e amônia estava exposto à atmosfera, talvez possam ter florescido. Você nunca pode dizer nunca.”
VIDA COMO NÃO A CONHECEMOS
Uma ideia que talvez seja ainda mais intrigante é imaginar vida diferente da terrestre habitando Titã. Será que uma química completamente diferente não poderia usar metano como solvente, em vez de água? Há quem especule que formas de vida baseadas em silício – elemento químico similar ao carbono, mas bem menos versátil para formar moléculas – encontrariam um ambiente propício em mundos gelados. É uma proposta que há muito tempo circula na ficção científica e que pode fazer sentido em um ambiente tão alienígena quanto Titã.
Afinal, em meio àquele frio, a energia disponível para reações químicas é menor, e talvez as ligações feitas por carbono sejam fortes demais para ser quebradas à vontade. As de silício, menos poderosas, mas com características similares, talvez sejam melhores para construir a base de moléculas úteis para a vida.
Embora alguns astrobiólogos, como Dirk Schulze-Makuch e David Grinspoon, ousem imaginar possíveis metabolismos adequados a seres vivos em Titã, por ora tudo não passa de especulação. Parte-se da premissa de que a vida é um processo químico que pode se originar e se configurar de muitas maneiras diferentes. Não sabemos se esse realmente é o caso.
 
 
Mensageiro Sideral-UOL

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Participação na Radio Interativa FM



Participamos no dia 25 de Outubro no Programa Conexão 98 na Radio Interativa FM. Abordamos a história do Ceuva, suas pesquisas, eventos e ainda o que é astronomia, ufologia e alguns casos.

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

China lança primeira missão de ida e volta à Lua

China lançou nesta sexta-feira (24) a primeira sonda espacial de ida e volta à Lua, mais uma etapa de um ambicioso programa espacial que pretende enviar astronautas ao satélite da Terra.
"A primeira fase da viagem foi um sucesso", anunciou a Administração Estatal de Ciências, Tecnologia e Indústria para a Defesa Nacional (SASTIND) em um comunicado.
O lançamento aconteceu na base espacial de Xichang, ao sudoeste da província de Sichuan. A sonda deve chegar à Lua, dar a volta no satélite e retornar à Terra.
No total, a sonda deve percorrer 413.000 quilômetros da Terra até o ponto mais distante em oito dias de missão. O pouso está previsto para a região chinesa da Mongólia interior (norte), segundo a agência estatal Xinhua.
Esta é a primeira vez que os cientistas chineses têm como meta o retorno de um módulo orbital, que precisará resistir na reentrada da Terra, em particular às elevadas temperaturas provocadas pela fricção do contato com a órbita terrestre, na qual penetrará a uma velocidade de 11,2 quilômetros por segundo, antes de reduzir a aceleração.
A missão pretende testar a tecnologia que será utilizada na missão Chang'e-5, (nome da deusa da Lua na mitologia chinesa), prevista para 2017, que deseja coletar mostras da superfície lunar.
Meio século depois do programa Apollo dos Estados Unidos, a China tem a Lua como objetivo e deseja se tornar o primeiro país asiático a enviar um ser humano ao satélite, provavelmente depois de 2025.
Em dezembro de 2013, o país conseguiu levar a sonda Chang'e-3 a pousar na Lua e deixar na superfície lunar um veículo teleguiado batizado de "Coelho de jade", uma missão que foi considerada um "êxito total".
O veículo lunar teve alguns problemas mecânicos que o deixaram em prolongadas fases de "coma".
A China destina bilhões de dólares ao programa espacial, considerado o símbolo da força da segunda maior economia do planeta.
 
G1

quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Segundo relatos da FAB, OVNIs / UFOs o Brasil foi invadido por OVNIs em 1986


Crédito: A Tarde.
Segundo artigo de Luan Santo, para o site o jornal A Tarde, documentos oficiais comprovando a presença de OVNIs na Terra foram apresentados neste sábado, 18, durante o I Encontro de Ufologia Avançada da Bahia, no Hotel Golden Park, na cidade de Salvador.  Os registros que teriam sido disponibilizados pela Força Aérea Brasileiro (FAB) falam sobre o tamanho, a forma e a velocidade dos misteriosos objetos, como também apresentam relatos dos militares que perseguiam e foram perseguidos pelos OVNIs.
O evento, que foi promovido pela Revista UFO, pelo Centro de Estudos Exobiológicos Ashtar Sheran (CEEAS) e pela Universidade Livre de Educação Cósmica (Unikósmica), contou com a participação de 120 pessoas e teve como objetivo incitar debates sobre a existência de vida fora da Terra.
Marco Antônio Petit, co-editor da Revista UFO, disse que um dos principais eventos ovnilógicos já registrados é a “noite oficial dos OVNIs no Brasil”, que ocorreu no dia 19 de maio de 1986, quando 21 objetos foram detectados pela Força Aérea.
Há relatos dos militares, com detalhes sobre a velocidade, trajetória. O ministro da Aeronáutica da época (Octávio Moreira Lima) chegou a declarar que a tecnologia era tão avançada que parecia magia“, disse Petit. Ele ainda disse que as aparições de OVNIs são muito frequente: “Não há um mês sequer que não tenhamos registros”.
Para Petit, o fato de os governos manterem estas informações sob sigilo está ligado a uma medida de controle. “A questão é admitir que existem seres que detêm tecnologia mais avançada do que a nossa e que entram no nosso espaço aéreo livremente”.
Petit também afirmou que a questão religiosa está mudando. “A própria Igreja Católica já fala sobre o tema, que não contradiz em nada a fé em Deus“.
Outra pesquisadora, a pedagoga Ana Santos, presidente do CEEAS e coordenadora da Unikósmica, disse: “Não estamos sós no universo e estes documentos provam isso“.
Fonte: atarde.uol.
OvniHoje

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

4 COMETAS QUE VOCÊ VAI PODER OBSERVAR ATÉ O FINAL DESTE ANO

O primeiro passo para fazer as observações é ter um binóculo de pelo menos 7x50, caso você não tiver você pode comprar pela internet, custa cerca de R$ 200. Pode acreditar é um ótimo investimento, veja abaixo os cometas que você poderá observar até o final deste ano.

C/2014 E2 Jacques - Esse comenta é muito especial para nós, ele tem esse nome em homenagem ao astrônomo daqui do Brasil (Cristóvão Jacques), do observatório mineiro SONEAR. Você pode observar ele a partir da segunda quinzena de setembro, outro dia ótimo para observar é de 14 deste mês, ele vai estar ao lado da estrela Albireo, na constelação de Cisne.

C/2013 V5 Oukaimaden - A melhor aposta pra quem quiser ver uma cometa esse ano é ele, ele vai estar mais brilhante por volta do dia 16 de setembro, na constelação de Antlia, próximo a estrela Alfa.

C/2012 K1 Pan-STARRS - Ele voltou a ser visível no hemisfério sul, mas de acordo quando ele vai subindo no céu noturno sua visão melhora mais ainda. O dia em que ele passa mais perto da Terra será no dia 31 de outubro, na constelação do Pintor.

C/2013 A1 Siding Spring - Ele atingirá o seu brilho máximo, por volta da metade de setembro, na constelação do Pavão. Em 19 de outubro ele vai passar a cerca de 127 mil quilômetros de Marte.

Fonte: Mistérios do Espaço

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Noite astronômica

Participem, será um momento único para apreciar esse belo espetáculo celeste!!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Novas descobertas deixaram os astrônomos confusos e a Nasa declara não ter mais certeza de como planetas se formam

Algumas décadas atrás, os astrônomos eram bastante confiantes sobre a formação de planetas no universo.
Com base em nosso próprio sistema solar, eles pensavam que planetas pequenos e rochosos se formavam perto de sua estrela-mãe e os planetas maiores e gasosos, ou cobertos de gelo, se desenvolviam em lugares um pouco mais afastados.
Nos últimos 20 anos, descobrimos planetas que nunca pensávamos que seriam possíveis de existirem. Então, quando eles começaram a encontrar esses planetas, ficaram perplexos e confusos: será que todas as teorias vigentes estariam erradas?



Por exemplo, alguns planetas foram descobertos tão perto de sua estrela que a orbitam completamente em apenas alguns dias, e ainda, avaliando sua densidade, os estudos mostram que eles seriam feitos de gelo. Outros planetas rochosos foram encontrados com um tamanho gigantesco, contrariando todos os estudos anteriores.
Pensava-se que, à medida que a estrela central gira, o material circundante se move também e é aquecido. Essa matéria, então, se une a outros materiais com alto ponto de fusão como ferro e rochas, que são formadas mais próximas do Sol. Quanto mais distante no sistema, mais frio o planeta, permitindo a formação de gelo ou o acúmulo de gás nas proximidades, tornando-se “gigantes gasosos”, como Júpiter e Saturno.
Por que, então, encontramos sistemas onde há gigantes de gás orbitando a um décimo da distância de Mercúrio em nosso próprio sistema solar? Por que alguns sistemas planetários têm "super-Terras", planetas rochosos enormes desprovidos de um exterior gasoso e que orbita nos extremos? E por que, também, que alguns planetas permanecem em órbitas elípticas descontroladamente e não em um direcionamento organizado como os do nosso sistema solar?
A resposta: nós simplesmente não sabemos. Astrônomos cogitam que o processo de formação do planeta pode ser muito mais caótico do que se pensava. “As primeiras detecções de exoplanetas revelaram corpos que eram totalmente diferentes de qualquer planeta do sistema solar”, declarou oficialmente a Nasa. “E descobertas posteriores mostraram que muitos sistemas de exoplanetas são muito diferentes do nosso”.
No entanto, isso não é necessariamente uma coisa ruim. Encontrar planetas que não estejam em conformidade com as teorias vigentes significa simplesmente que não temos muita certeza sobre como funciona a formação deles. Pode até ser que o nosso sistema solar seja bastante singular quando comparado a outros sistemas planetários. Afinal, nós não temos “super-Terras”, algo que parece ser comum em outras partes da galáxia. Esse é um questionamento interessante: por que não temos “super-Terras”? Os astrônomos estão pesquisando para que possam responder essas perguntas em um futuro próximo com novas teorias.
“Os estudos de exoplanetas estão apenas começando, e não é possível ter certeza sobre planetas ‘típicos’ entre nossas estrelas vizinhas”, diz a Nasa. “Será que a maioria dos sistemas planetários provará ser muito parecido com o nosso, ou somos excepcionais? Somente anos de estudo mais aprofundado irão dizer”.
Isso não quer dizer que não existem sistemas de exoplanetas como o nosso: a estrela 55 Cancri, a 41 anos-luz de distância da Terra, tem um sistema de cinco planetas, com uma distribuição semelhante à nossa. Porém, pode ser que nossas teorias sobre como estes planetas se formaram, em primeiro lugar, e que tipo de sistemas que habitam, talvez precisem ser revistas.
"Provavelmente, a pergunta mais interessante, e uma das mais difíceis de responder, diz respeito à singularidade da Terra," conclui a Nasa. “Há planetas semelhantes ao nosso orbitando outras estrelas, mas será que a vida existe em qualquer outro lugar além da Terra?”.

Fonte: DailyMail Foto: Reprodução / NASA
Jornal Ciência

terça-feira, 24 de junho de 2014

Começa a construção do E-ELT, o maior telescópio do mundo




No último dia 19 de junho, ocorreu uma cerimônia de nivelamento de montanha que foi um grande marco no megalomaníaco projeto do Observatório Europeu do Sul (ESO). A detonação de uma parte do pico de 3.000 metros do Cerro Armazones foi o primeiro passo para a construção do maior telescópio do mundo, o European Extremely Large Telescope ( E-ELT). Quando pronto, o E-ELTserá o maior telescópio ótico do mundo.

Esta é apenas uma parte do elaborado processo de nivelamento que ajudará a moldar a montanha, de modo a acomodar o telescópio de 39 metros e a sua enorme cúpula. No total, terão que ser deslocados cerca de 220.000 metros cúbicos de rocha, abrindo-se assim espaço para a plataforma de 150 por 300 metros do E-ELT.

Os trabalhos de construção civil no Cerro Armazones começaram em março de 2014 e devem durar cerca de 16 meses. Estes trabalhos incluem a construção e manutenção de uma estrada pavimentada, a construção da plataforma no topo e a construção de uma vala de serviço que leva ao cume.

Segundo previsões, o maior telescópio do mundo deverá começar suas operações em 2024, quando se iniciará as maiores investigações astronômicas da nossa época. Espera-se que o telescópio gigante, que será “o maior olho do mundo virado para o céu”, permita a exploração de locais completamente desconhecidos no Universo.
Um pouco mais sobre o E-ELT, o maior telescópio do mundo

Seu espelho primário terá 39,3 metros de diâmetro. Será quatro ou cinco vezes maior do que os atuais telescópios de última geração, e poderá coletar cerca de 15 vezes mais radiação. Será também maior do que os outros dois telescópios de grandes dimensões que estão sendo projetados, o Telescópio de 30 Metros (Thirty-Meter Telescope) e o Telescópio Gigante de Magalhães ( Giant Magellan Telescope).

Não é possível e nem aconselhável construir um espelho de 39 metros, por isso, o espelho primário do E-ELT será composto por cerca de 1.000 espelhos hexagonais segmentados, reduzindo drasticamente o custo do projeto, fazendo com que sua construção tenha um orçamento possível e aceitável.

European Extremely Large Telescope (Telescópio Europeu Extremamente Grande) irá operar no espectro visível e infravermelho.



O Brasil faz parte da construção do maior telescópio do mundo?

O maior telescópio do Mundo
Ilustração artística do E-ELT durante suas observações. Créditos: ESO
Clique na imagem para ampliar
Desde dezembro de 2010, o Brasilfechou um acordo de participação no Observatório Europeu do Sul (ESO), e desde então, cientistas, astrônomos e pesquisadores brasileiros têm acesso a toda infraestrutura do Observatório Europeu localizado no Chile.

ingresso do Brasil no ESO teve um custo de cerca de R$ 1,1 bilhãoao longo de 11 anos, porém, além de beneficiar o avanço científico do país, também poderia gerar contratos para construção de vários equipamentos e telescópios, como o E-ELT.

Em novembro de 2013, a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional aprovou o acordo deadesão do Brasil ao ESO. A proposta passaria a tramitar como Projeto de Decreto Legislativo em regime de prioridade, analisada pelas comissões de Ciências e Tecnologia, Comunicação e Informática; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de seguir para o Plenário.

Brasil se comprometeu a pagar 1/3 dos custos de construção do maior telescópio do mundo, porém, a ratificação da adesão do Brasil ainda está em andamento. Apesar de fazer parte da construção (financeiramente falando), o Brasil está perdendo muitas chances de contratos e de construção do E-ELT e de outros empreendimentos do ESO, por conta do atraso na ratificação de adesão e automaticamente, dos pagamentos.

Além do Chile (país sede do observatório), o Brasil é o único pais fora da Europa que faz parte da Organização Astronômica ESO.

Fonte: ESO / Câmara dos Deputados
Imagens: ESO / S.Brunier

Galeria do Meteorito

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ex-executiva do Banco Mundial afirma que 'ETs comandam a economia mundial'


Depois do ex-ministro da Defesa do Canadá, Paul Hellyer, se manifestar sobre o assunto no ano passado, foi a vez de Karen Hudes, ex-executiva do Banco Mundial, afirmar que extraterrestres comandam a economia mundial e o Vaticano. Segundo ela, seres com cabeça alongada e inteligência excepcional são os responsáveis pelo controle.“Criaturas não humanas, de cabeça alongada e com QI 150, controlam o Vaticano e os bancos do de todo o mundo. 
Não são da raça humana. Eles se chamam Homo Capensis. Estiveram na Terra, ao lado da humanidade, antes da Idade do Gelo", afirmou ela em entrevista que pode ser vista no YouTube (assista abaixo, com áudio em inglês).
Para dar base à sua ideia, a ex-executiva cita o caso de objetos encontrados com faraós egípcios, que cobriam suas cabeças com objetos longos, e crânio encontrados no Peru. Com currículo extenso e bem conceituado, Hudes era assessora do alto escalão do Banco Mundial.




Yahoo Notícias

quarta-feira, 30 de abril de 2014

"As chances de haver vida em outros planetas são muito altas"

Elisa Quintana, astrofísica responsável pelo estudo que anunciou o Kepler-186f, planeta semelhante à Terra, acredita que encontrar vida em outros planetas é apenas questão de tempo. Nesta entrevista, ela explica qual a relevância da descoberta e conta como ela irá nos levar a rever nosso papel no universo onde vivemos

A equipe de 23 cientistas responsável pela descoberta do Kepler-186f foi liderada por Elisa Quintana, uma astrofísica que trabalha há oito anos no Seti, sigla em inglês para Busca por Inteligência Extraterreste (Search for Extraterrestrial Intelligence Institute). O local, fundado em 1984 na Califórnia, Estados Unidos, tem seus projetos patrocinados pela Nasa e emprega mais de 120 cientistas com o único propósito de explorar e explicar a origem e natureza da vida no universo. Em outras palavras, seus pesquisadores procuram, com a tecnologia mais avançada do mundo, encontrar seres alienígenas.
O objetivo de Elisa, a astrofísica que, desde 1999 trabalha em projetos da agência espacial americana e também é pesquisadora da missão Kepler, é encontrar planetas como o descoberto no último dia 17, capaz de abrigar água na forma líquida. Para ela, a revelação de muitos planetas semelhantes à Terra é apenas questão de tempo. E eles vão mostrar que as chances de existir vida no espaço, além de nós, é praticamente uma certeza. “Se descobríssemos que planetas das dimensões da Terra não eram comuns, isso também nos traria lições importantes – como a de que, talvez, a vida seja algo especial”, diz a pesquisadora.
Nessa entrevista ao site de VEJA, a cientista explica qual a importância da descoberta do planeta Kepler-186f e conta como essa revelação vai nos levar não só a uma nova compreensão do universo, mas também a rever nosso papel no cosmo.
Sua equipe descobriu um planeta do mesmo tamanho da Terra, na zona habitável de uma estrela. Esse é o primeiro dos planetas assim que serão revelados no futuro? Essa descoberta mostrou que planetas como esse realmente existem. O passo seguinte é encontrar mais desses e descobrir os que estão perto da Terra para podermos medir sua massa e observar suas atmosferas. Isso será possível com a próxima geração de telescópios da Nasa, como o James Webb, que será lançado em 2017 para substituir o Hubble.
De acordo com a última estimativa, só em nossa galáxia seriam 40 bilhões de planetas parecidos com o nosso. Então teríamos essa quantidade de novas descobertas? Esse é o número mais aceito. Há muitos planetas na Via Láctea. E a maior parte deles pode, em teoria, ser do tamanho da Terra ou menores, mas ainda não foram revelados porque são difíceis de encontrar. O fato de que nós descobrimos apenas um planeta do mesmo tamanho da Terra até agora não significa que eles não sejam abundantes. Eles simplesmente ainda não tinham sido vistos. Além disso, a missão Kepler não monitora muitas estrelas anãs, como a do Kepler-186f, porque elas são as mais obscuras para se ver.
Então a descoberta de sua equipe é apenas a consequência natural do avanço da ciência, dos telescópios e dos estudos astronômicos? A missão Kepler foi construída com o propósito de encontrar planetas com o mesmo tamanho da Terra e determinar sua frequência ao redor de outras estrelas além do Sol. Esse era o seu objetivo e, por isso, a descoberta não nos surpreendeu. Se descobríssemos que planetas das dimensões da Terra não eram comuns, isso também nos traria lições importantes — como a de que, talvez, a vida seja algo especial. Estamos descobrindo que existem vários mundos parecidos com o nosso e, por isso, as chances de haver vida em outros planetas são muito altas.
E por que revelações assim são importantes? Porque elas nos mostram a frequência de planetas além do nosso Sistema Solar, nos ajudam a estudar suas atmosferas e composição. Mas, principalmente, nos levam a responder a questões como ‘estamos sozinhos no universo?’ ou ‘será que existe vida além do Sistema Solar?’
E que tipo de vida seria essa? Isso é difícil de responder. Qualquer forma de vida encontrada seria significativa. No instituto onde trabalho, meus colegas procuram sinais de rádio que poderiam vir de formas de vida inteligentes de outros planetas. Outras equipes, que trabalham com astrobiologia, buscam qualquer forma de vida fora da Terra, o que inclui o estudo de Marte, do gelo em Europa (uma das luas de Júpiter) e nas luas de Saturno. Eles também estudam seres em ambientes extremos, tentando compreender a flexibilidade da vida, como o funcionamento biológico de vermes que vivem no fundo de oceanos ou outros organismos que podem viver sem água por décadas, sobreviver a radiações intensas e depois voltar ao normal com uma única gota de água. Eles são fascinantes!

De acordo com o que você diz, a descoberta de planetas parecidos com a Terra vai aumentar e a probabilidade de encontrar outras formas de vida também será maior. Quais seriam as consequências disso? Pessoas como eu, que estudam planetas fora do Sistema Solar, procuram lugares em que existe água porque a vida, como conhecemos, precisa de água, e porque tudo o que podemos monitorar com a tecnologia atual são o vapor d’água ou outros elementos assim na atmosfera. É claro que esses novos planetas podem ter tipos de vida muito diferentes de tudo o que conhecemos, mas, já que não podemos detectar coisas assim, usamos a definição de ‘habitável’ como sendo algo parecido com a Terra e capaz de ter água líquida na superfície. Essa é uma concepção que coloca a Terra como parâmetro, porque achamos que a vida só pode existir na presença de oceanos como os nossos. Mas, no fundo, procuramos por lugares que sejam lar de qualquer forma de vida detectável. Se isso for encontrado, não só irá nos levar a uma compreensão do universo de uma forma completamente nova como nos fará rever nosso papel no cosmo. Deixaremos de ser os únicos seres vivos do universo.
Fonte: Veja

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cientistas descobrem oceano em uma das luas de Saturno

Mar de Enceladus tem 10 km de profundidade sob grossa camada de gelo.
Não foi possível determinar se existe alguma forma de vida.

Ilustração feita pela Nasa mostra simulação do oceano na parte sul de lua de Saturno (Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação)


Cientistas descobriram um vasto oceano sob a superfície gelada de uma das luas de Saturno, a Enceladus. Pesquisadores italianos e norte-americanos fizeram a descoberta usando a sonda Cassini, da Agência Espacial Americana (Nasa). Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira (3). Saturno tem mais de 60 luas orbitando ao seu redor.
Este novo oceano está centrado no polo sul de Enceladus e pode abranger boa parte da lua, que tem 310 milhas de diâmetro. Os dados obtidos não mostram se o oceano se estende até o polo norte da lua de Saturno. Nuvens de vapor de água e gelo foram detectadas pela primeira vez em 2005 na região polar sul.
Segundo Luciano Iess, da Universidade de Ciências de Roma, o mar tem 10 km de profundidade sob grossa espessura de 30 a 40 km de gelo.
Os pesquisadores não conseguiram determinar se o mar abriga alguma forma de vida. Para isso são necessários instrumentos de busca mais sofisticados.
Nuvens de vapor de água foram detectadas na região polar sul (Foto: NASA/JPL-Caltech/Divulgação)



G1

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Astrônomos descobrem a idade da Lua

Há muito tempo sabe-se que a nossa lua se formou depois que a Terra foi atingida por um planeta do tamanho de Marte há bilhões de anos, mas quando isso aconteceu era até bem pouco tempo atrás motivo de debate.
Astrônomos descobrem a idade da Lua
Alguns cientistas acreditavam que o evento ocorreu cerca de 30 milhões de anos após a formação do sistema solar, enquanto outros afirmam que isso aconteceu até 100 milhões de anos depoisUsando medições do interior da Terra, juntamente com simulações de computador, uma equipe internacional de cientistas planetários afirma que a última estimativa é a mais correta- e descobriram através do que eles estão chamando de um “relógio geológico”.
Pesquisadores da França, Alemanha e EUA realizaram 259 simulações em computador do crescimento de Mercúrio, Vênus, Terra e Marte.Durante esta análise, os cientistas descobriram uma ligação entre quando a Terra foi atingida, e a quantidade de material adicionada à Terra após o impacto.
Esta relação funciona como um relógio, até à data do evento de formação da lua. Segundo os cientistas, este é o primeiro “relógio geológico” na história do sistema solar, isto é, que não depende de medições e interpretações do decaimento radioativo de núcleos atômicos para determinar a idade.
“Estávamos ansiosos para encontrar um “relógio” para o tempo de formação da Lua, que não depende de métodos de datação radiométrica”, disse o principal autor Seth Jacobson, do Observatório de la Cote d’Azur, em Nice, na França.
O estudo demonstrou que a abundância de elementos altamente siderófilos no manto da Terra – elementos atômicos que são quimicamente relacionados com ferro – é diretamente proporcional à massa liberada após o impacto da Terra.
A partir destas medições geoquímicas, o relógio recentemente estabeleceu que a lua se formou aproximadamente 95 milhões de anos após a origem do sistema solar – com um grau de incerteza entre 32 e 39 milhões de anos.

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